terça-feira, 18 de outubro de 2016

[Análise] The Flash 3x01 - Flashpoint

The Flash retorna para sua terceira temporada na CW, depois de finalizar a temporada anterior resgatando sua mãe, as coisas vão pegar fogo nesse novo episódio, afinal, se trata de um Flashpoint! Ou será que não? Veja o que achamos do episódio:

Vamos começar tratando do nome do episódio. Se você pensou que finalmente veríamos o Ponto de Ignição, uma das maiores sagas da DC Comics e que ocasionou o reboot dos Novos 52 - afinal, um reboot nos shows da CW, com adição de Supergirl, seria uma boa ideia -, nas telinhas da TV, se enganou bastante. Flashpoint só foi usado para atrais mais atenção para a volta do show. Por salvar sua mãe da morte, Barry cria uma linha temporal diferente da 'original, esse é o único conceito dividido entre quadrinho e seriado.


Já o vimos viajar no tempo e viajar entre Terras, mas agora Barry e seu maior inimigo, Flash Reverso – que está preso num galpão -, foram parar numa linha temporal onde Nora Allen nunca foi morta; a família West mudou completamente, Joe é um detetive alcoólatra que vive faltando no trabalho, Iris sempre foi uma jornalista e ajuda seu irmão Wally, que é o velocista da cidade, Kid-Flash - mesmo sem um Flash anterior para ser comparado; Cisco virou um milionário da tecnologia que não gosta de ajudar o garoto mais rápido do mundo; e Catlyn é uma oftalmologista de Central City. O episódio corre com Barry tentando resolver os conflitos – ele começa a perder as memórias de sua linha temporal original - com todos eles, mas agora com memórias diferentes.

Que que ta com teseno.

O piloto dessa nova temporada é mais um episódio que traz personagens revisadas num roteiro bem simples e, convenhamos, muito meia boca. Não é só porque a série trata da vida de uma pessoa com poderes de velocidade, que a maioria de seus vilões precisa ser mais um velocistas. Filmes, livros, séries, bandas, muitas coisas usam fórmulas que fazem sucesso e, na maioria das vezes, se desgasta e, infelizmente, The Flash pode ter entrado nesse patamar, mas sejamos otimistas, ainda é o primeiro episódio da nova temporada.

Análise escrita por Rodrigo Castello, o Cuba.

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