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Vertigo Novembro - Segunda Semana - Análise Completa

Com a estréia de Slash & Burn, seguindo a vida de uma bombeira piromaníaca, a Vertigo abre mais uma semana de publicações em Novembro, juntamente do segundo volume da espetacular The Twilight Children, de Hernandez e Cooke. Veja o que achamos da segunda semana de Novembro pela Vertigo Comics:


Slash & Burn #1 por Si Spencer, Max Dunbar e Ande Parks.
Alex: Que revista interessante. Diferente de quase todas as outras publicações da editora; Slash & Burn é uma revista mais pé no chão, que conta sobre a vida; e não sobre grande exageros ou acontecimentos. A revista acerta em cheio em criar uma ambientação do dia a dia; e conta uma história simples e fantasiosa sobre uma piromaníaca. Estou interessado para encontrar o continuar da série. A arte de Max Dunbar também é inacreditável de bela; combinando com quase tudo da revista.

Cuba: Diferente dos mistérios sobrenaturais (pelo menos por enquanto), essa parece ser uma revista explorando o comum, a vida de uma bombeira piromaníaca. Mas claro, o cheiro da Vertigo já se destaca logo, com um flashback contando um pouco do passado da personagem e o relacionando com a história a ser contada. Spencer e Dunbar conseguem ler um ao outro em roteiro e arte, onde a arte não repete o texto em momento algum, apenas o complementa e vice versa, junto das cores quentes de Parks.

The Twilight Children #2 por Gilbert Hernandez & Darwyn Cooke e Dave Stewart.
Cuba: Uma garota aparece na cidade e colocam ela pra lavar o banheiro, sem pensar duas vezes, sério? Dei umas boas risadas com a ingenuidade do povo dessa ilha. Enquanto Hernandez da um show no roteiro, deixando o leitor envolvido e mergulhado na história, que agora escala de um jeito incrível e nos dá pouquíssimas respostas, o desenho de Cooke te deixa encantado, maravilhado, do mesmo jeito que seus personagens ficam, quando vêem Ela.

Alex: Fantástica edição. Continuando com o mistério envolto da esfera e da nova moradora da cidade - a Ela - the Twilight Children marca a semana de publicações da editora com um extremo misticismo e ousadia. Cooke e sua arte singular e própria consegue dar um ar infantil para a revista, mas não se engane, o mistério aqui está longe de ser jovem. A revista cria uma ambientação invejável, e em só duas edições, consegue se posicionar como uma das melhores revistas em publicação hoje em dia. Hernandez e Cooke, nos roteiros, conseguem combinar os quadros com a arte, caminhando a história para um rumo extremamente positivo.

Análise completa escrita por Alex, dono da coluna O Limite, e Cuba, escritor da coluna Primeira Edição.

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