terça-feira, 26 de maio de 2015

Convergence: Sétima Semana - Análise


Chegando cada vez mais perto do final; Convergence segue com uma caótica série principal e términos de ótimas histórias nas Tie-ins; a saga continua como uma intensa guerra que mistura nostalgia com novidade. Confira o que achamos da sétima semana de Convergence.



Convergence #7 (21/5/2015)
Alex: É divertido como uma entidade "com poderes de Deus" e um exército de super vilões conseguem fazer um mundo inteiro - literalmente - ficar de cabeça pra baixo. É divertido, também, ver personagens há anos finalmente batalhando de novo em larga escala - Hal Jordan/Parallax, estou falando de você. Talvez a série fora muito curta para conseguir criar esse momento? Bem, para quem leu as tie-ins, parece que foi no momento adequado; mas o difícil é saber se isso é algo bom ou ruim. De qualquer forma, a arte é belíssima e a história trás reviravoltas que vão além de um confronto cru entre heróis e vilões - e finalmente os heróis dos novos 52 estão participando. Agora que Deimos foi embora (e meio aleatório. Afinal, quem era esse cara?! Faltou uma tie-in pra ele...) como o Telos saberá quem ele é de verdade? Bem, veremos na quarta que vem.

Sid: Convergence vai chegando perto do fim e muitas perguntas começam a ser respondidas mas muitas ainda aguardam o capítulo final da semana que vem. A batalha entre Deimos e Telos; aonde Parallax rouba a cena completamente. A próxima edição vai dizer se essa foi a melhor saga da DC desde a Crise Infinita ou se foi só mais uma Flashpoint que não foi a lugar algum. De novo tenho que fazer minha reclamação com a falta de planejamento da DC com essa saga, que apesar de muito boa até agora parece que não tem nenhuma mente por trás pensando no que realmente vai acontecer. A grande prova disso é ver um Guy Gardner como Lanterna Vermelho na edição passado e como um Lanterna Verde nessa. Além da falta de atenção completa dos roteiristas e do artista mostra a falta de revisão. Garanto que se eu escrevesse textos assim aqui ninguém ia querer ler, ninguém gosta de ler coisas erradas e sem revisão.

Convergence: Aventuras do Super-Homem #2 (21/5/2015)
Alex: Olha: é bem bonitinho. Uma história que termina até que bem e dura bastantinho. Este Kal e Kara se gostam tanto que é até engraçado: um lutando pelo outro até o fim. É bem delicado e delineado. A edição não trás nenhum "wow!" ou reviravolta e é simples e fácil de ler. Até que vale a pena; mas não espere a mesma qualidade de Convergence: Super Homem ou Convergence: Supergirl Matrix.

Sid: Nossa, que surra que o Superman leva nessa edição! Ele foi tão espancado que eu tive certeza de que ele morreria algumas vezes. Mas quem rouba a cena mesmo é a Supergirl, que mesmo sabendo do seu destino na Crise ela luta ao máximo para proteger seu primo. Sinto falta dessa dinâmica dos dois hoje em dia.

Convergence: Batman e os Renegados #2 (21/5/2015)
Alex: Com uma bela arte; o esquecido grupo retorna nessa edição para finalizar a dramática e inesperada história. Batman e os Renegados é uma das revistas que os personagens, bem, queriam ficar na doma, sem os poderes. Ter tudo de volta não é exatamente o que eles queriam. O foco do "novo normal" do super grupo não é na batalha - então não espere algo incrível ou super bem trabalhado aqui. O que temos é mais uma intriga emocional e subjetiva. A revista não acrescentou a Convergence com super batalhas; mas sim com personagens há tanto esquecidos finalmente sendo lembrados - nem que seja por duas edições.

Sid: Os Renegados eram fodas, e essa edição mostra isso muito bem. Eles não dão chance de vitória alguma para os inimigos com a estratégia do Batman, os Poderes do Geoforça e as habilidades do Metamorfo. Não tem nada demais no final, mas foi uma ótima edição de ação.

Convergence: Tropa dos Lanternas Verdes #2 (21/5/2015)
Alex: Motoqueiro Gardner! Caraca, que inesperado. Nunca imaginei que uma revista da tropa verde com protagonismo do Guy podia me interessar - mas não é que está conseguindo? Acho que gosto mais do Guy quando ele está sem poderes e simplesmente, digamos, despiroca. Com um traço pontudo e colorido; tudo fluí muito bem. Ver os três juntos é bem legal. Uma edição definitivamente divertida; que termina uma história em duas partes que homenageia os fãs dos Lanternas das antigas.

Sid: Enquanto a primeira edição se dedicou mais a explorar um Guy chateado e quase obcecado essa muda totalmente o foco e mostra um Guy a la Mad Max correndo loucamente com sua moto pelo deserto derrotando monstros. É bem divertida, mas acaba sofrendo com uma conclusão um pouco boba demais.
 
Convergence: Gavião Negro #2 (21/5/2015)
Sid: Talvez uma das revistas mais estranhas de Convergence. Pois com essa arte retro, um roteiro completamente maluco e dinâmico e um final lindíssimo é quase impossível não concordar que o Gavião Negro e a Mulher Gavião não são o melhor casal da DC. Queria muito eles de volta!

Alex: Que capa maravilhosa! E história igualmente maravilhosa. Um final de deixar o coração mais quentinho; Gavião Negro #2 lidera uma sequencia de quadros estranhos, traço diferente e cores inesperadas; junto com um roteiro que LITERALMENTE não pra saber o que acontecerá na próxima página. A história termina com um ponto final muito bacana. Muito divertida a edição.

Convergence: Liga da Justiça da America #2 (21/5/2015)
Alex: Com uma arte interna MARAVILHOSA; Liga da Justiça da América #2 é uma revista contada parcialmente pelos olhos da mídia jornalísticas e outra parte pelos heróis. Eu gosto do "descaso" do roteiro, meio das coisas acontecendo em maneira aleatória; mas talvez tenha faltado um pouco mais de conteúdo - podiam ter dado uma trabalhada a mais nos personagens, talvez? Pela arte talvez valha a pena.

Sid: Uma equipe da Liga que tem como um de deus melhores lutadores um herói chamado Vibro não é nada impressionante. Que é exatamente o maior problema dessa revista, ela tem desenhos bonitos, uma luta interessante, mas além disso? Não tem absolutamente nenhuma cena que tenha qualquer forma de impacto. Boa leitura de banheiro talvez.

Convergence: Superboy e a Legião de Super-Heróis (21/5/2015).
Alex: Vemos, nessa edição, um pouquinho da bizarrice dos cavaleiros atômicos e seus dalmatas gigantes. Se ter lido essa sentença te deu vontade de ler a revista, leia; caso contrario: não perca seu tempo. Legião é divisora de águas - ame-a ou tenha ódio dela - então é só pra quem gosta. Eu, que gosto um pouco, posso falar que é sem sentido, bem desenhado e com um roteiro que trata bem dos dois lados. Se você gosta dos personagens da Legião ou está interessado em super-heróis lutando contra dálmatas gigantes;  Compre sem medo.

Convergence: Monstro do Pântano #2 (21/5/2015)
Sid: Se alguém achava que a segunda edição do Monstro do Pântano não podia ficar melhor que a primeira, essa pessoa se enganou muito! Monstro do Pântano e Batman Vampiro lutando contra hordas infernais de vampiros? Isso é sensacional! Edição com ação e gore pesados e com vários momentos reflexivos e de sacrifícios. Len Wein, volta a escrever Monstro do Pântano por favor!

Alex: Cara, esse traço antigão, esses personagens clássicos misturados com personagens HIPER distantes da mitologia do Alec Holland... Ótima revista, que caminha para terminar uma história que começa bem e termina ainda melhor. Outra leitura essencial de Convergence. Len Wein manda muito na hora de criar um roteiro que te prende a história de Alec. Se a primeira edição mostrava um pouco mais sobre o nosso monstro do pântano favorito; a segunda é cheia de briga bem feita e mistérios - assim como Monstro do Pântano deve ser. 

Convergence: O Flash #2 (21/5/2015)
Alex: Arte de ficar sem ar. História de arrepiar, do começo ao fim. O Super Homem Tangente e o Flash fazem a maior batalha com rápidas palavras e fortes pensamentos. Em um briga psicológica; vemos o infame futuro de Barry Allen pré-crise. Futuro que nós, leitores, sabemos qual é; porém Barry ainda não. A ingenuidade nas personagens e a afiada conversa entre eles transforma uma revista que começou bem em um final tão, tão bom que faz qualquer um ficar impressionado. "Um cidade por outra? Uma escolha mórbida. Uma cidade por todo o universo? Por todo o multiverso?"

Sid: Que edição incrível. Daquelas histórias que tiram um pouco o fôlego. O Superman do Universo Tangente é simplesmente um dos melhores personagens que existem. Com um diálogo extremamente denso com o Flash e uma luta frenética, o Superman e o Flash dão uma compreensão muito maior sobre a Convergência e as consequências que ela pode ter. A conclusão da luta foi simplesmente a melhor de toda a saga de Convergence até agora, algo completamente inesperado e inspirador de se ver.

Convergence: Os novos Titãs #2 (21/5/2015)
Sid: O roteiro cai um pouco nessa edição. Marv Wolfman simplesmente não consegue manter muito o ritmo e faz uma batalha óbvia e até um pouco entediante entre os Titãs e a Patrulha do Destino.O mais decepcionante foi a resolução da luta no melhor estilo Deus Ex Machina, simplesmente acaba do nada e pronto.

Alex: O Dick com a roupa de "Embalos de sábado a noite" continua a história do grupo formado pelo gênio Marv Wolfman. Edição emocionante, com uma arte inspiradora, lutas bem feitas e entendíveis, personagens nostálgicos, grupos que sempre sentirei falta... Acho que nunca tinha ficado tão arrepiado e com o olho QUASE lacrimejando; mas o Ciborgue com o Mutano... Porra, melhor amizade. "Porque você sempre põe condições no que eu falo?" "você presta atenção em si mesmo??" "MAS EU SOU FOFINHO!" cara; diálogo mais nostálgico não dá. E ESSE FINAL!!!!!!!!!!!

Assim não dá. Melhor história. Melhor coisa que eu já li em convergence ou em qualquer tie in da história, difícil qualquer outra tie-in de super grupo ser tão boa quanto essa. VAI. LER. LOGO. ISSO.

Convergence: Mulher Maravilha #2 (21/5/2015)
Sid: A diferença do nível da arte é gritante, pois apesar da arte do Lopestri ser limpa e bonita a arte da edição anterior combinava muito mais com o clima de horror dessa revista. A luta da amazona contra os vampiros liderados pelo Coringa é brutal e mostra que essa Mulher-Maravilha está disposta a qualquer coisa para vencer uma luta. Seria uma revista maravilhosa se a arte da primeira edição fosse a mesma.

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