domingo, 1 de março de 2015

The Flash S01E14 - Fallout - Análise

Você vai mudar o passado? Os problemas de se estar na mira do exército americano, maior exploração das particularidades do Nuclear, um balde de referências, novos poderes e uma expansão cada vez maior do Universo Televisivo da DC! Fallout traz as consequências do episódio anterior e mostra o maior problema dos seriados da CW. Cuidado com os spoilers:

Ronnie e Stein se separam! Mas nem tanto. Mesmo com os corpos separados, as consciências ainda procuram se unir. Depois de uma convivência mais íntima do que qualquer um pode passar, vemos o conflito entre os dois. Victor Garber faz uma excelente atuação como Professor Stein.


Viajem no Tempo. Explicações são feitas por Stein, talvez novos poderes descobertos, além do Reverso, Barry também estava lá, tentando impedir o assassinato de sua mãe mas, como sabemos, ele não consegue e isso o corrói. Nada pode mudar o passado, a não ser que explorem outros detalhes já explorados nos quadrinhos, como os diferentes poderes de Zoom e uma outra linha do tempo, como Flashpoint.

O exército está atrás do Nuclear e, por consequência, também do Flash. General Eiling volta a aparecer (lembra do episódio da Plastique?), até mostra uma nova arma, desenvolvida só para um confronto com o velocista. E claro, ele sabem quem está por trás da máscara porque, afinal, tira-lá toda hora é super comum.


Com Iris um pouco apagada nos últimos episódios, ela volta e começa a parecer a verdadeira jornalista que é nos quadrinhos. Exterminador do Futuro, De Volta para o Futuro, Mario, Game of Thrones, Twilight Zone e Friends, essas são algumas das referências usadas nesse episódio. Até mesmo Coast City e Grodd são assuntos.

O Bravo e o Audaz. Flash e Nuclear trabalham em dupla para resgatar o traído Stein. A união do homem nuclear ainda traz efeitos. Mais uma vez fundidos, Stein se transforma na 'voz' na cabeça de Ronnie. Apesar de não lembrar o design dos quadrinhos, o uniforme ficou bem maneiro. Agora eles controlam a fusão, podendo se separar a hora que quiserem. A qualidade dos efeitos especiais não deixa nenhum ponto para reclamações dessa vez. Resta saber s eainda veremos Jason Rusch por ai.


Nota 9,0. A exploração do assunto viagem no tempo empolga mais do que qualquer coisa. As cenas finais são um presente mais do que bem vindo para os fãs do Velocista.
Acertos: Iris no jornalismo, a verdadeira identidade do Reverso e claro, Grodd.
Erros: O irritante Eiling. 

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