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Gotham S01E10 LoveCraft

Mordomo. Sou um mordomo. É com essa frase que o Alfred vira um dos melhores personagens da série, pelo menos nesse episódio. Vindo de um episódio extremamente fraco, 'LoveCraft' continua a piorar e coloca uma vírgula na série com seu mid-season finalle. Veja o que achamos desse episódio e cuidado com os spoilers, a série volta a ser exibida lá fora no dia 6 de janeiro de 2015.


O foco do episódio continua na amizade entre Bruce e Selina. Assassinos são enviados para colocar um ponto final na garota e ambos fogem pela cidade, se aventurando por becos e lugares que ela frequenta e que Bruce nunca nem sonharia em chegar perto, não até agora. A amizade e confiança crescem no decorrer da 'aventura'.


Podemos ver mais uma vez que, em Gotham, todo mundo conhece todo mundo, a grande cidade sombria, cheia de pessoas diferentes e que não olham nem para o rosto do vizinho, consegue conectar várias personagens, já que Ivy (a futura Era Venenosa), é amiga de Selina, e até demonstra interesse no jovem Bruce Wayne. Até Gotham começar com isso, a única pessoa que conhecia Bruce quando criança, antes do manto do Batman, era Tommy Elliot, que viria a se tornar o vilão Silêncio, situação já explorada no seriado.

O desenvolvimento de Alfred, no entando, é impecável, o tornando um personagem muito mais aceito pelo público, mostrando a importância que Bruce exerce em sua vida e o quanto não conhecemos o seu passado. Seja lutando contra assassinos armados, mostrando quem é para os capangas mafiosos e conversando gentil e mansamente com uma poderosa mulher que pode mata-lo se quiser, Alfred cresce muito como personagem nesse episódio.


Depois de mostrar bastante a vida do Pinguim, a personagem perde um pouco do espaço na série, voltando agora apenas para ajudar nas suspeitas de Don Falcone, que começa a desconfiar de seus empregados. A trama de Liza ainda está para ser abordada.

A participação de Nicholas D'Agosto como Harvey Dent continua e, mais uma vez, sua atuação deixa muito a desejar. Esse é um fato que começou a assolar Gotham, a escolha do ator que faz o 'amigo' de Selina, Clyde, é péssima. Ele suspende a realidade que a série tenta passar e não mostra simplesmente uma personagem ruim, mas um ator ruim. Outro 'destaque' de atuação é a mulher que comanda os assassinos, que é digna de um personagem de RPG com a característica 'performático'.

Quanto a Gordon, podemos vê-lo perseguindo pistas do Lovecraft e conseguindo uma das lutas mais mal feitas da série, junto da mulher performática, com uma lerdeza impressionante, parecendo aquelas brigas lerdas de Star Trek. Depois de todo o desenrolar do episódio, Gordon acaba transferido para a segurança do Asilo Arkham, uma mudança que pode significar uma nova abordagem no seriado quando voltar em janeiro.

Encerrando com o beijo roubado que Selina da em Bruce, nada do encerramento da ultima semana aparece, nenhuma explicação sobre Barbara e Montoya é mostrada e muito menos uma menção a personagem. 

Nota 6,0. Embora Alfred faça com que o episódio tenha suas partes boas, a qualidade de Gotham caiu consideravelmente, com seu sétimo episódio como ponto alto, não da pra saber o quanto a série pode durar quando voltar de sua mid-season.
Acertos: Alfred.
Erros: Todos conhecem a todos, falta de abordagem do que aconteceu no episódio passado.

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