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Jean-Claude Forest, desse até o anjo vai lembrar!

Hypocrite
Se você é fã da banda Duran Duran, gosta de ficção cientifica, ou é apenas um simples apreciador de curvas femininas, você deve conhecer Jean-Claude Forest, né? NÉ!?!  Agora, se você gosta dessas coisas, mas não sabe de quem eu estou falando você está perdendo seu tempo…

J-C, gostoso e na moda.
Jean-Claude Forest, nascido em 1930 num subúrbio de paris, era escritor, desenhista e roteirista. Formado na grandiosa escola de design de Paris (ulálá), começou sua carreira em 1950 fazendo ilustrações para jornais e revistas francesas, como o  France-Soir e o Les Nouvelles Littéraires and Fiction.  Chegou a ser um dos principais artistas da Le Rayon Fantastique, uma revista de ficção científica publicada pela Gallimard's, uma das maiores editoras do país.
Charlot foi pego com
a boca na butija.

Foi o desenhista de algumas edições de Charlot, história em quadrinhos bastante popular na França, e que era baseada na personagem ‘o vagabundo’ de Charles Chaplin. Nessa mesma época ilustrou alguns trabalhos de A. E. Van Vogt (que, caso você não conheça, é um escritor tão fodido, que poderia sair na mão “fácil, fácil” com Isaac Asimov), Jack Williamson e outros mestres da ficção cientifica.

No começo de 1960, junto com o diretor Alain Resnais, fundou o French Comic-Strip Club ou o Clube francês de tirinhas, numa tradução tupiniquim lixo. Agora, foi em 1962, decorem essa data, que nosso querido Jean-Claude Forest, francês e bigodudo, criou sua obra prima: Barbarella.

Lançada na revista V-Magazine, Barbarella se tornou um best-seller instantâneo! Foi traduzido para mais de 12 línguas, ganhou uma versão no cinema com a adorável (muito adorável) Jane Fonda e inspirou o nome da já citada banda Duran Duran.
MUSA, RAINHA DAS GALÁXIAS!
Nos anos seguintes Forest participou de uma das edições da revista Heavy Metal, além de se envolver com algumas outra séries, como Baby Cyanide, que teve até adaptação na TV, Hypocrite, Mysterious Planet, inspirada na obra de Júlio Verne, La Jonque Fantôme Vue de l'Orchestre and Enfants e C'est l'Hydragon qui Passe.

 Além disso escreveu roteiros para a televisão francesa, um seriadinho adolescente e algumas histórias para outros ilustradores de Paris. Em 1984 e 1986, respectivamente, ganhou o Grande Prêmio do Festival de quadrinhos de Angouleme (um dos mais importantes do mundo) e o de Sierre.

 Morreu em 1998, aos 68, mas viu a frança ganhar a copa do mundo.

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