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The Flash S01E02 - The Fastest Man Alive

Depois de ter a abertura de série mais assistida na história do Canal CW, The Flash atinge seu segundo episódio, mostrando a humanidade por trás do Homem Mais Rápido do Mundo. Entre pouquíssimos erros e uma salva de acertos, a continuação da origem de Barry Allen traz ainda mais adições ao universo televisivo da DC Comics.

Logo de início o humor já está presente no episódio, tirando um sarro da própria introdução de séries comuns, assim como vemos em todos os episódios de Arrow. Em suas aventuras iniciais como herói, Barry começa a testar seus poderes e os primeiros sinais de problemas já começam a aparecer. Uma das coisas que muitos reclamam sobre os poderes do Flash, é a quantidade de calorias consumidas pelo corpo do Velocista, característica muito bem explorada nesse episódio, porém, esse é um problema. Mais um dos problemas do personagem, sendo explorado muito bem pelo seriado, é a falta de confiança em si e em seus poderes.

O estilo de salvamento do Flash, onde as pessoas mal sabem o que aconteceu, é mostrado de uma ótima maneira no começo. Outro ponto maneiro é aprendizado dos poderes e fraquezas, e o uso da velocidade em tarefas comuns, como sacudir o tubo de ensaio, já que a centrifuga quebrou.


Com um estilo de flashbacks diferente de Arrow, já que Barry não tem muito o que contar antes de conseguir seus poderes, parece ser uma característica do seriado mostrar a relação entre o pequeno garoto Allen e a família West. Podemos ver o interesse de Iris por jornalismo, sua profissão nos quadrinhos e até mesmo um jeito bem Lois Lane que a estão retratando, querendo ir atrás de notícias do novo herói da cidade. Uma parte negativa da família é a atuação de Jesse L. Martin, o Detetive West, exagerando na linguagem corporal e nas caras e bocas, embora seja um importante personagem para a série.

Outro ponto negativo em atuação é o pequeno Barry, diferente de Gotham, onde temos um Bruce mais consciente, Logan Williams segue a mesma linha do Det. West. Um lado bom em atuação é a participação do antigo Flash, John Wesley Shipp, é uma agradável surpresa para o seriado.


Alguns dos eastereggs da vez mostram a primeira referência a Ronnie Raymond, o Nuclear; a inserção fenomenal da Esteira Cósmica, que acabou aparecendo como um simples instrumento para medir a velocidade do Flash; o café Jitters e claro, as Industrias Stagg.

Alerta de spoilers a partir do parágrafo abaixo.

O vilão em destaque do episódio é Multiplex, um antigo empregado das Indústrias Stagg (local de origem do personagem Metamorfo), querendo a cabeça de Simon Stagg, seu empregador. Enquanto o vilão é um dos atingidos pela explosão dos Laboratórios STAR, que por ser um pesquisador de células tronco, agora pode se replicar e fazer um exército de si mesmo.


Um dos erros do episódio, já visto em episódios de Arrow, é matar o vilão da vez, cortando a possibilidade de um trabalho futuro com a personagem. Tanto Multiplex, que poderia aparecer em alguma referência ao vindouro Nuclear, quanto Simon Stagg e seus esquemas para afastar o Metamorfo do amor de sua filha.

A cena final reforça e detona algumas teorias de quem realmente é Dr. Wells, uma delas sendo um Barry Allen do futuro, que agora foi completamente descartada e a outra, sendo Hunter Zolomon, um dos Flashes Reverso, pois ele já foi um cadeirante nos quadrinhos, porém, ajudando Wally West a ser um heroi melhor, antes de ficar maluco e virar o seu maior vilão.

Nota 9,5
Acertos: Cisco & Caitlin, o título do episódio, Esteira Cósmica, fraquezas, inserção dos poderes em tarefas comuns.
Erro: Mortes e talvez muito tempo de tela do Detetive West.

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