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Crise Conversa: Monte a equipe criativa dos seus sonhos!

Como leitores de quadrinhos, com o tempo, conhecemos diversos artistas, escritores, roteiristas, coloristas, letristas e todo o tipo de criativo que envolve esse tipo de publicações. Cada um tem seu próprio gosto, que acaba marcando como favoritos certos nomes e que, eventualmente, podem se cruzar em alguma revista. Então, decidimos perguntar aos nossos redatores qual o dream team de cada um, confira!

Clarice: Vamos começar com o argumento: Cynthia Bonacossa tem se destacado no cenário brasileiro por trazer quadrinhos tanto humanos quanto totalmente nonsense, sem medo de falar sobre sexualidade e necessidades escatológicas. Um roteiro/sotryboard de Bryan Lee O'maley (criador de Scott Pilgrim) daria uma profundidade e espontaneidade muito interessante ao trabalho. E, pra finalizar, a arte de Junko Mizuno com uma pegada niponica "gore" e bizarra e sem medo de explorar o corpo humano sem pudores. Claro, seria muito produtivo se fosse lido usando algum tipo de alucinógeno.

Cuba: Adoro a tríplice brasileira que ganhou a DC nos ultimos anos, o desenho de Ivan Reis, a arte final de Joe Prado e as cores de Rod Reis, pra mim, eles são sensacionais e, em Aquaman, formaram um ótimo time com Geoff Johns mas, pensando mais a fundo, olhando para a arte em si, uma dupla recente que levou The Flash as alturas, antes e depois dos Novos 52 e que, agora, esta em Detective Comics, é Francis Manapul e Brian Buccellato, os dois conseguem mesclar as próprias artes para fazer uma inteira, deixando a narrativa extremamente proveitosa, textualizando e mandando muito bem. Uma terceira adição, também um ícone para The Flash, é Mark Waid. Além de revolucionar e criar um dos melhores momentos do herói, Waid tem seu nome estampado em Reino do Amanha, junto de Alex Ross, outro ídolo magnânimo das artes nos quadrinhos. Pra concluir, acho que não preciso nem falar que a reunião desses três, Manapul, Buccellato e Waid deveria acontecer com uma publicação do Corredor Escarlate.

Alex: Essa é difícil. Vou tentar me basear no mais recente, no que mais esta me empolgando hoje em dia. Para o roteiro, de cara escolheria Neil Gaiman. O mesmo já provou ser um dos mestres das histórias mais sombrias e sérias dos quadrinhos e, com toda certeza, ele criaria algo genial. Adaptar a ideia sombria e genial pode ser difícil, talvez por isso eu escolheria Andrea Sorrentino como o desenhista principal. Característico por se traço sombrio e ímpar, Andrea conseguiria colocar no papel tudo o que o sr. Gaiman pudesse imaginar. Além dessa dupla, colocaria Jamie Delano para o argumento e ver se as coisas estão conseguindo andar bem juntas - um trabalho que ele já se mostrou competente em fazer.


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