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Arrow S02E22/23 [Streets of Fire/Unthinkable] SEASON FINALE

Optar por falar nossa opinião sobre a finale de Arrow em uma dobradinha foi decidido desde o primeiro minutos do Streets of Fire. Um sendo continuação diretíssima do outro, veja o que achamos do final de ficar sem ar de uma temporada simplesmente ótima. Enquanto esperamos Setembro/Outubro para o retorno da Série, tome cuidado com a review, porque ela pode conter Spoilers!

STREETS OF FIRE

A partir do primeiro momento desse episódio, nós já sabemos de duas coisas. A primeira é que não tem como ver ele sem pensar nas consequências que ele causará no próximo. Esse é o principal motivo de, ao mesmo momento que comecei a assistir o episódio, já conclui que deveria falar dele junto com sua season finale.

Além disso, também percebemos que ninguém está a salvo em Starling City. Também  vemos a verdadeira necessidade que a cidade tem para precisar de um herói mascarado - e de vez em quando, até mesmo mais.

Seja com Sarah ou com Oliver, eles são parte vital da cidade. Mas, clichês a parte (como, por exemplo, salvar criança de prédio em chamas, né) e alguns deslizes no roteiro, o episódio impressiona sim ao ver o tamanho das coisas que antecedem o confronto final. Até mesmo no retorno de Malcom Merylin as coisas são bem intensas. Agora, ele não é "só" um vilão, é o pai assumido de Thea Queen.

As considerações aqui são muitas. A conversa entre Laurel e Sarah é impressionante, Quentin Lance recebendo seu distintivo de detetive é emocionante e Sebastian Blood cria uma constante sensação de desconforto - mas um desconforto interessante, daqueles que te instigam a querer saber o que vai acontecer.

Os flashbacks durante o episódio dão uma freada em tudo que está acontecendo, é verdade, mas estamos caminhando para um final em outra escala, e esse episódio vem para provar isso. Com um final inesperado, sabemos que o que está para vir vai ser grande.



UNTHINKABLE [SEASON FINALE]

Na continuação direta de "streets of fire", estamos prontos para um ponto final na segunda temporada. O começo do episódio funciona como uma sequencia direta e coloca um ponto final em um dos únicos assuntos ainda em aberto nessa temporada e que ainda precisavam ser finalizados, no caso, Thea.

Sendo assim, agora temos um Roy curado e determinado, um objetivo e uma noção de com quem deve-se lutar. Com uma aparição ao estilo "deus ex machina" de Nyssa Al'Ghul, Oliver agora tem como lutar contra o Slade... Mas talvez não seja assim tão fácil.

"Para conseguir o que queremos de verdade, temos de fazer o impensável". Com isso, somos introduzidos ao grande momento do episódio que é o jogo de Oliver com Felicity para conseguir se infiltrar na "casa" de Slade Wilson. Com certeza, pegou todo mundo de surpresa.

O episódio nos entrega um final sólido e direto. Não tão emocional quanto o "Darkness in the Edge of Town/the Sacrice" (Season Finale da primeira temporada) mas com certeza tão épico quanto, o episódio não vem para reinventar Oliver Queen, mas sim para consolidar o que todos nós queríamos desde o início: a ARGUS, o Esquadrão Suicída, Roy Harper e Dinah Laurel Lance como canário.

O melhor momento do episódio, com certeza, é a luta "intercalada" com o presente e o passado entre Oliver e Slade. É emocionante e de roer as unhas, com certeza.

Teorias sobre Hong Kong ou Thea a parte; "Unthinkable" nos entrega algo sólido e direto, com nada exagerado ou excepcional, mas nada que decepcione. Em um nível de produção altíssimo e momentos de roer as unhas - a segunda temporada de Arrow terminou assim como fora o seu decorrer: de forma emocionante e muito bem recebida.


Streets of Fire: Nota 8.7
Unthinkable: Nota 9

Arrow - CW - Segunda Temporada: Nota 9
Episódios marcantes: The Three Ghosts (S2E09), The Crucible (S2E04), Broken Dolls (S2E03), The Scientist (S2E08), Seeing Red (S2E20)


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