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Arrow S02E16 [Suicide Squad]

Desde o retorno da série, a relação entre Slade Wilson e Oliver Queen vem ficando cada vez mais interessante de se ver. Com a expansão dos limites da série, também, a trama fica cada vez maior e mais delicada de se explicar. Temos, agora, o início de outro grupo! Veja tudo o que achamos do episódio aqui, no Crise, mas tome cuidado com os spoilers.


O episódio é uma ruptura com o que estávamos tendo anteriormente. Não temos flashbacks - com exceção de poucos e inexpressivos com o Diggle como o principal - e a história do episódio mal se passa pelo Oliver.

Mas já que mencionei, antes de falar sobre o verdadeiro foco do episódio, vamos falar sobre o Oliver mesmo. Ele está em uma situação fantástica (ao menos para o telespectador.). Com bastante pânico e tensão, os momentos entre Slade e Oliver são marcados por tensões e extravagâncias. Ver o Oliver assim, maluco e um pouco fora de si, está sendo de muito agrado, afinal, por muito tempo Oliver se estabeleceu como o "fodão"

Agora sim; o palco da história é a Markovia. Anteriormente comentado aqui em uma das reviews, é um país fictício da DC Comics aonde, além de grandes vilões, alguns heróis também tem sua origem. Bem, papo entra papo vai, John Diggle precisa resolver algumas situações no País, e descobre isso quando é chamado Amanda Waller para ir em uma missão da Argus junto com sua esposa, Lyla, e outros companheiros, como o Tigre de Bronze, Deadshot e o Shrapnel (este, com pouquíssima importância.).
por

É, e só pra certificar, temos até o Deadhsot falando que eles são o "esquadrão suicída", pronto. Temos agora tudo formado. Admito, para esse momento, esperava um pouco mais, mas gostei bastante. Combinou com o momento e ainda tivemos a voz de outra "detenta", gritando com uma voz fina muito característica. Harley Quinn? Provável; mas não vamos tirar certeza, né?

Mesmo com esse grande foco no Esquadrão e na primeira missão deles, agora juntos por ordem da ARGUS no meio da markovia, intensifica ainda mais a história do Oliver. Seja com sonhos malucos ou com o mundo do cara indo de cabeça pra baixo: ele não está mais no ponto favorável.

Voltando pra Markovia, vemos o aparecimento de um personagem meio bobo, e a trama que envolve a primeira missão que requer o Esquadrão unido é boba; mas, em compensação, o crescimento de personagens como Lyla e Diggle, Deadshot e Tigre de Bronze nos faz ficar animados para o que vem a seguir. Por mais que a trama que esteja, a primeiro momento, unindo eles não seja das melhores; a criação e o desenvolvimento de suas características e personalidades foram muito acertados no episódio. Combinou bem, funcionou bem e, acima de tudo, ganhou o episódio.

O final do episódio é esperado e não vem com grandes emoções, mas, em contrapartida, vemos o Oliver descobrindo que os nomes foram dados. O Exterminador agora é real, e ele sabe que sozinho não conseguirá praticamente nada. Até que ponto vai a força de vontade de Oliver Queen? Até que ponto vai sua segurança? Admito que achei meio estranho todo mundo da Argus saber quem é o "Vigilante" e estar tudo bem com isso, mas tudo bem. Afinal, agora temos uma nova equipe no pedaço, e ela promete muito.




Nota 8. Sem contexto no passado e com uma trama boba em relação à grandes acontecimentos - que acerta em cheio no desenvolvimento dos personagens - "Suicide Squad" nos traz uma novidade que agrada e pode (e vai!) ficar cada vez melhor.
Aonde o episódio acerta: No aperfeiçoamento das características de diversos personagens da série e uma investida maior nas relações entre os mesmos.
Aonde o episódio erra: Trama fraca, flashbacks inexpressivos.

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