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O Limite: Enfim, livre!

Tem que ser assim! Livre! Viva a Revolução e tudo mais! Revolução do fim do mundo pelos vigilantes, do rei do Mar que ninguém leva a sério, do homem de aço que consegue parar bala de pistola com o olho e do Cavaleiro das trevas que tem mamilos, sobrancelhas e cartões de crédito de sobra. Livre pra falar o que dá vontade e o que vem na cabeça! Nessa complicada jornada de dar opinião e falar do que gosta, afinal, até onde vai o nosso limite?

Tentei não parecer bobão na introdução mas acho que já fiz tudo errado, risos, tipo a DC no cinema no início do século. Ou Grant Morrison, na crise infinita. Ou a warner bros games em Arkham Origins.

É, talvez essa não tenha sido a melhor introdução para a minha mais nova e completamente incrível coluna semanal. E é quando a gente tem a oportunidade de escrever o que queremos, mas não sabemos sobre o que escrever. Mas a cada linha que vai passando vai ficando mais fácil de falar, sem dúvida.

Tudo começou quando minha mãe me deu sete reais e falou para eu comprar qualquer coisa que fosse da minha idade na banca. Eu, como um garoto no auge de seus oito anos de idade decidi comprar um tal de Orquídea Negra. Parecia ser uma boa ideia e eu (que estava certo) sabia que minha mãe nunca veria o recomendado para maiores de 18 na capa.

E foi assim que, de repente, estava lendo tudo de um tal de Neil Gaiman. Com isso conheci Alan Moore, Douglas Adams, Grant Morrison, Frank Miller... Mas não foi aí que comecei a ser fã de super heróis, não, mas foi nesse momento que virei fã da Vertigo. 

Me encontrei num mundo aonde tudo parecia ser como uma criança meio maluca queria que fosse, e foi muito bom. Conheci Hellblazer, Watchmen, Sandman... E assim foi indo. Só anos depois, quando um puta amigo meu me mostrou  um tal de Lanterna Verde REBIRTH que me encontrei, de novo. Descobri que era isso o que eu ia passar a gostar, adorar, venerar, curtir e me decepcionar daqui pra frente.

A proposta Do Limite é ser livre pra falar disso tudo. Jogos, seriados, filmes, quadrinhos... Tudo o que me fez ter um chato interessante censo crítico para saber o que eu quero ler e aproveitar. E, claro, que o que mais me deixa feliz é ter a oportunidade de falar de tudo isso, toda semana, com as pessoas maravilhosas! Sério! Que acompanham o Crise. Quem sabe a gente encontra alguém com as mesmas opiniões, né?!

Sei que o início do Limite e da nova era para o Crise vai trazer muitos benefícios. Sei mesmo! Agora é só esperar. Até lá, espero saber sempre do que falar. E sempre ter algo para falar, não é mesmo?

Obrigado! Nos vemos em breve.



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