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Arrow S02E10 [Blast Radious]



Retornando de uma AGUARDADA Mid-season, Arrow vem com um episódio sólido e conciso, que nos faz lembrar de porque assistimos religiosamente toda a semana as aventuras do Arqueiro Esmeralda. Veja a review completa aqui, no Crise, mas cuidado! A review pode conter spoilers.





Não tem como negar que Arrow terminou a mid-season dele de uma forma impecável. Também não podemos esquecer de tudo o que aconteceu e de todos os "limites" que a série vem quebrando nessa temporada. Infelizmente, "Blast Radious" não vem com a proposta de quebrar limite algum, simplesmente quer expandi-los.

O episódio é uma continuação completa do anterior, mas não fala quase nada de Barry Allen, simplesmente que ele está em coma. O episódio tem o foco praticamente inteiro em Starling City e nos problemas de um Oliver que está vendo os problemas de seu passado começarem a afetar o seu futuro.

No que leva à questão do Flash (Barry) , do Solomon Grundy (Cyrus) ou do Exterminador (Slade) temos pouquíssimas menções, assim como os flashbacks. Eles são poucos durante o episódio, mas mostram uma ilha mais real e mais bruta.

Seguindo as grandes citações ao "universo-DC"; encontramos um novo policial Lance. O personagem anteriormente era repetitivo e um pouco enjoado, felizmente isso não acontece mais na segunda temporada. Ficamos impressionados com o quão dinâmico e "solto" o personagem está. É uma pena que não podemos dizer o mesmo de Laurel Lance. A personagem está a cada episódio mais opaca e com menos charme. Sua cena no final, graças, é fantástica e dá vontade de esperar até a semana que vem só pra assistir o episódio.

O roteiro é sólido e apresenta um gracejo para aqueles que são fãs de personagens mais alternativos da DC. Quem aparece neste episódio é Mark Scheffer, o Estilhaço. EXTREMAMENTE diferente da sua versão dos quadrinhos, vemos provavelmente o começo de uma loucura. Quem sabe, mais pra frente, o personagem pode vir a retornar?

Outro ponto que vale ressaltar é Sebastian Blood. O personagem aparece em peso, vemos quem é por trás da grande "máscara" de caveira enquanto o ator que o interpreta faz isso de forma simplesmente brilhante.

Roy Harper, no entanto, foi algo que deixou um leve desconforto enquanto estava em cena. Seus repentinos poderes e habilidades "sobre-humanas" não encaixam direito no perfil do personagem - pobre, esforçado e sem nada em excesso. É interessante ver o desenrolar da situação, mas espero que o personagem não continue assim; afinal, o "arqueiro-vermelho" não tem tais poderes.

Se tivemos aproximações entre Oliver e Diggle anteriormente, agora o foco vai para Felicity e o Arqueiro. Vemos uma situação que no início nos dá um pouco de ódio, mas depois é transformado em um agrado ao ver o Vigilante se tornar cada vez mais "cidadão".









Nota 8.9. O roteiro é sólido, a história funciona bem, mas manter tantas coisas em aberto criam um clima de decepção ao redor do episódio.
O episódio acerta: Com o Oliver, Sebastian, Oficial Lance, Sebastian Blood e Felicity; expandindo os universos de cada um deles. Os flashbacks também são agradáveis e envolventes.
O episódio erra: Em não colocar "os pontos nos ís" e deixar muita coisa em aberto.

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