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Superman #16

Superman #16 - mix Panini
Nota Final: 8,0

Quatro histórias competentes dão o tom para a décima-sexta edição da revista do Super no Brasil. Todas são bem trabalhadas, todas possuem seus próprios pontos positivos e negativos, mas todas conseguem fazer o mais importante: segurar o leitor.









Action Comics #16

Tensão. Esta é a palavra para resumir uma edição soberba. A história com o vilão Vingtvx tentando acabar com o Super acaba por criar relações com o futuro, o que acaba distorcendo o presente. Até mesmo a Legião Dos Super-Heróis aparece para tentar resolver essa bagunça temporal, o que no fim das contas acaba por trazer mais um inimigo complicado para a briga.
A cada página desta maravilha, é impossível não prender a respiração. É tanta coisa rolando que acaba por exigir do leitor uma atenção mais forte para não perder nada. Não sabemos se nos preocupamos com Lois e Jimmy que tentam cumprir uma missão dada por Clark ou se focamos na coragem de Krypto em proteger seu querido dono. E olha que são apenas dois pontos dos muitos focos de tesão que acontecem nesta história. Felizmente, o traço de Brad Walker e Rags Morales fazem jus ao roteiro bem trabalhado de Grant Morrison, o que apenas realça uma edição apaixonante.
Nota: 9,0

Action Comics #16 II

Eu sou um fã de Sholly Fisch. Adoro suas histórias curtas e complexas. O cara sempre me dá um show em dizer muito com poucos balões. Por isso que me sinto em uma posição confortável para dizer que o cara não mandou bem nesta edição focada na Legião e em um momento onde poderiam ter mudado o futuro. A história é interessante, mas não apresenta nada que um amador não conseguiria fazer. O traço infantilizado também é bacaninha, mas já vi melhores em edições recentes. A verdade é que nem sempre podemos acertar, e estas páginas provam isso.
Nota: 5,0

Supergirl #15

Não, não vou mencionar que o traço de Mahmud é um lixo. Não farei isso porque cansei de chover no molhado.
Desta vez prefiro focar apenas no roteiro de Mike Johnson que dá continuidade à saga Inferno na Terra. Aqui, Kara continua sendo OBVIAMENTE manipulada por H'el, mas há alguns momentos onde nós, leitores, sentimos uma pontada de compaixão pelo vilão. Ele a transporta para Kandor após "roubar" a fortaleza da solidão do Super. Lá, H'el convence a Supergirl a fazer algo de que futuramente vai se arrepender, e ainda tira uma casquinha da nossa heroína. Tudo é bem trabalhado pela narrativa, mesmo possuindo um foco bastante mundano, ou seja, nada fora do normal. Até mesmo o clímax/conclusão da história é cantada nas primeiras páginas, o que para mim é um ponto extremamente negativo. Mesmo assim, a HQ consegue segurar o leitor até seu último momento, o que prova que até agora está funcionando.
Nota: 7,0

Superman #15

Ah! Isso é o que eu chamo de traço competente e pessoal. Kenneth Rocafort faz um trabalho esplendoroso nesta edição de Superman conectada a Inferno Na Terra. Aqui, basicamente é apresentado o que está rolando do lado de fora enquanto H'el enrola Kara dentro da fortaleza da solidão. Superman e Superboy tentam formar um plano para invadir a antiga casa de Kal-El, mas após pensar muito, a única conclusão que o herói chega é bater um papo e aprender o que puder com o cara mais perigoso do planeta: Lex Luthor.
Mesmo havendo certos diálogos que desconcertam por seu grande foco de tecnicalidade, a história é tão interessante, principalmente a discussão entre os inimigos, que cada página se torna um deleite para qualquer fã do Herói Do Amanhã.
A conclusão apresenta um belíssimo gancho para as próximas edições, pois Luthor consegue colocar muitas dúvidas na cabeça do herói, o que acarreta em uma única saída: chamar os maiores heróis da terra para dar aquela força.
Nota: 8,0

Está não é uma edição perfeita, mas consegue oferecer ao leitor muitos motivos para continuar comprando a revista e torcer para que as próximas páginas de Inferno Na Terra mantenham essa qualidade.

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