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Crise Conversa: Qual seu cenário utópico/distópico preferido?

E o Crise Conversa dessa semana vai para um patamar um pouco mais sério, se preocupando com as distopias e utopias dos universos dos quadrinhos! Taí o resultado desse papo mais que cabeça, pra vocês darem uma olhada!


Alex:
De vez em quando Utópico, de outras vezes Distópico, talvez o meu cenário favorito do gênero dentro das comic books é o apresentado pelo universo de Sandman. Vemos ao mesmo tempo um mundo destruído e próximo ao abismo em momentos como Sandman Apresenta: Lucifer - a Estrela da Manhã como vemos as viajes incríveis de Tim Hunter pelos diversos mundos mágicos do pensamento humano/natural em Os Livros de Magia. Temos os dois lados da moeda e não tem como não achar ambos incríveis, ao mesmo tempo que o "presente" é igualmente impressionante, e isso é o que mais me conquista em Sandman; sua ambiguidade e ideias opostas que, de alguma forma, se completam.

Ricardo Syozi:
Essa é fácil: o mundo distópico apresentado em Kingdom Come.
Chega a ser apavorante visualizar um lugar onde fomos tão superados pelos "supers" que nos tornamos meras formigas prontas para ser pisadas. O mais bacana deste mundo é a apresentação de que com ou sem super poderes, sempre acabamos fazendo uma guerra babaca. Mas o meu ponto favorito é notar que haverá sempre aquele que é impossível de corromper.

Sid:
Indo além dos cantos mais obscuros da minha memória eu juntei as duas coisas que mais me fascinam: tecnologia e misticismo. E foi Grant Morrison que recriou uma das histórias mais importantes da humanidade, o Mahabharata, na Graphic Novel: 18 Days.
Recontando a guerra épica que assolou o mundo antigo, Morrison mistura essa realidade a um mundo extremamente tecnológico onde o homem dominou completamente a tecnologia e a magia e chegou a níveis de poderes e conhecimento jamais imaginados.
Em um mundo onde até mesmo os heróis cometem atos terríveis e vilões podem ser extremamente dignos de respeito e admiração, a humanidade tem o momento mais fascinante entre os mitos de nossa raça.

Ricardo Monte:

Meu cenário utópico favorito sempre foi o de Asgard, uma sociedade guardiã extremamente avançada, que preza pelos mais altos valores morais, mas que adora soltar o cacete em quem merece ahahaha extremamente intervencionista, em nome da árvore da vida, as forças de Asgard operam como uma força de paz, a fim de preservar o delicado equilíbrio que opera entre os reinos, fazendo valer sua palavra final em todos os outros reinos da existência, quando o assunto é evitar massacres e cataclismas.

Cuba:
Já que entraram na minha frente e falaram sobre o magnífico Reino do Amanha, o único que me resta pensar, é o excelente Superman: Entre a Foice e o Martelo. Imagina se, ao invés do Superbaby ter caído no Kansas, ter aprendido o American Way of Life, por uma diferença mínima de tempo, ele batesse na antiga União Soviética? Bem, é disso que essa história se trata, mostrando as diferenças formidáveis de um Superman criado num dos mais críticos momentos da história, a Guerra Fria, do lado dos comunistas.



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