Avançar para o conteúdo principal

Arrow S02E04 [Crucible] REVIEW


A cada novo episódio de Arrow, a segunda temporada volta a impressionar mais do que a primeira conseguiu. Com um roteiro mais dinâmico e mais direto, Arrow conquista cada vez mais os telespectadores. Confira o que achamos do episódio aqui, mas cuidado, a review pode conter spoilers.







Desde o início da temporada, somos bombardeados com uma cidade "pós" terremoto. Depois de quatro episódios, ainda somos afrontados por tal acontecimentos. É legal ver no que tudo deu, mas já está começando a ficar um pouco enjoado. Ainda não é um problema, mas de pouco a pouco fica um pouco irritante. De qualquer forma, assim começamos [Crucible]; o quarto episódio da segunda temporada de Arrow.

A primeira coisa que mais conseguimos ver agora é a vida dupla de Oliver. Antes ele só queria completar objetivos; agora ele tem que enfrentar ser tanto o Oliver Queen, CEO de sua própria empresa que pode entrar em decadência e ser o Arqueiro ao mesmo tempo. Essa ambiguidade deixa o clima da série cada vez mais interessante.

Ao mesmo tempo que somos apresentados a um novo Oliver e uma cidade que enfrenta sua própria superação, o roteiro do presente é forte e consistente. Desde o início vemos, novamente, a interação "Oliver-Felicity-Diggle"; o trio fica cada vez mais unido e isso empolga cada vez mais, principalmente por Felicity; que mostra fatos e evoluí em casos, não só pesquisa por novidades.

E somos então apresentados de vez à Canário Negro. Sua introdução é forte e interessante. A ideia de colocar a personagem como uma humana muito bem treinada com alguns aparatos tecnológicos é interessante. Logo somos apresentados à verdadeira identidade da personagem: Sarah Lance, a irmã "morta" de Laurel. Isso tudo cria conflitos interessantes em tudo o que tínhamos até agora na série.

Também vemos os flashbacks. Menos frequentes que em episódios anteriores - porém bem mais intensos - os flashbacks mostram praticamente uma nova ilha. Quem são esses caras? O que eles querem? E o que Sarah está fazendo aí?

A Canário Negro é sem dúvida a parte mais interessante do episódio. "Nenhuma mulher deve sofrer na mão de um Homem". Ela tem a característica, a roupa e as habilidades da Canário original, e é uma boa adaptação.

A reputação de Oliver é incrível também. Ele como o vigilante consegue mexer em tudo e todos, e não só em Starling City. Isso é legal de se ver: existem outros lugares aonde outras pessoas vieram. O Oliver se mostra mais preocupado também, e isso é uma boa adição ao personagem. Infelizmente, as relações entre Oliver e o senador Blood não são das melhores: estão cada vez mais repetitivas, isso porque o personagem foi apresentado à pouquíssimo tempo. O mesmo pode-se dizer de Isabel Rochev; as coisas estão começando a ficar mundana entre eles.

Seguindo a "moda" do episódio anterior, também temos outra menção à algo do universo DC, nada mais nada menos que os laboratórios STAR. É interessante ver o cuidado "passo a passo" que o pessoal da DC está tomando para a direção dos episódios de Arrow.

Novamente com um final empolgante, Arrow impressiona novamente., Não, não foi um episódio tão bom quanto o da semana passada, mas foi interessante. É mais um motivo para continuar assistindo a série e sem dúvida uma sensação interessante de tantos pontos sem fim. A única coisa que peço é que não criem muitas dúvidas e não tenham culhões para respondê-las.

Nota 8.75 Com momentos curiosos e relações repetitivas, o episódio é uma amostra de como a série pode admitir algo mais"lento" e mesmo assim não perder a qualidade.
Aonde o episódio acertou: Sarah Lance, menções ao universo DC, flashbacks intensos, O grupo de Oliver
Aonde o episódio errou: Flashbacks escassos bem no momento interessante deles, relação meia-boca com o senador Blood, capítulo cria mais expectativas que talvez não consigam ser resolvidas ao decorrer da temporada.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

ESPECIAL: Constantine - Ordem de leitura!

Com tanta série vindo por aí, querer conhecer um pouco mais do que está chegando pode parecer uma boa ideia. Saiba o que ler para ter um conhecimento sobre o  mago inglês mais famoso da DC Comics e estar preparado para o que pode vir a ter na série.

Primeira Edição: a Kryptonita Rosa

Hoje vamos falar da maior fraqueza do Superman: a kriptonita. Aquela rocha saída do núcleo de Krypton, depois que tudo explodiu. A pedra uma certa radiação que faz um mal danado ao escoteiro azul. Com algumas variações, azul, vermelha, branca e dourada, a kryptonita tem uma irmã que nem todo mundo conhece.

Invasão - Por onde começar a ler X-Men

O grupo mutante X-Men é um dos maiores títulos da Marvel e sempre compete pela liderança de maior número de edições vendidas da editora e isso é um reflexo da qualidade de seus personagens e histórias.