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Superman #12

Superman #12 - mix Panini
Nota final: 4,0


A edição de número 12 da revista do Super traz três histórias interessantes, mas não tão empolgantes como poderiam ser. Elas beiram entre o absurdo (em Superman 12) e o muito triste (Action Comics 12), há até um momento de briguinha familiar (Supergirl 12). Na verdade, eu até teria adorado essa edição, se não fosse os muitos clichês sem inspiração.


Em Action Comics 12, o nosso Super acredita que está perdendo sua querida Lois Lane que sofreu um terrível acidente. Ele não conseguiu chegar a tempo, e por isso passa a se culpar. Essa história é emocionante, pois nos faz sentir um pouco da dor que é perder alguém importante, mas ainda assim possui falhas como momentos bregas de novela mexicana.
O traço é bagunçado, com páginas lindas seguidas de páginas sem um trato decente. O tempo todo eu senti que o ritmo da narrativa estava torto, algo como um conjunto de ideias bonitinhas no quadro da sala de roteiro, mas que não foram bem implantadas. Ainda assim é uma pedida interessante. Nota: 6,0


Supergirl 12 com arte de Mahmud Asrar e texto de Michael Green e Mike Johnson é a minha decepção desta edição. Após várias edições sendo a minha queridinha, a revista de Kara perde espaço por causa do traço horroroso de Mahmud, que parece não saber jamais desenhar um Superman decente. O texto também não é grande coisa, pois uma briga entre os dois primos já virou algo tão rotineiro nessas páginas que acaba sendo entediante. O pior de tudo são os quadros que parecem sempre fora de lugar, isso me incomodou muito, pois o que posso esperar a partir de agora? Se isso virar um padrão, então a sensacional Kara perderá espaço no meu coração. O que é uma pena. Nota: 3,0


Superman 12 é desenhada e roteirizada por Dan Jurgens. Ela traz aquela entidade que apareceu na edição #9 tentando criar algo como um portal dimensional para seu exército dominar a Terra. O grande resumo dessa história é bem definido em um palavra: CLICHÊ.
Tédio e mais tédio em um monte de quadros que transbordam testosterona. É tudo bem básico: socos, ataques voadores, “eu vou te matar”, “eu preciso proteger os humanos” etc.
O sono me veio antes da terceira página, o que me concedeu até bons momentos onde sonhei com uma história mais interessante. Tudo o que posso fazer é torcer para que a ediçõ de número 13 seja mais bacaninha. Nota: 3,0

O que posso mais dizer de uma das piores edições de Superman desde o renascimento dos Novos 52. Me parece que ainda veremos conteúdo fraco em edições futuras, mas a esperança é o que me faz dormir de noite… ou é só ler a “historinha” do Super nesta hq.

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