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Liga da Justiça #0

Liga da Justiça #0 - mix Panini
Nota total: 7,0

Nada de Aquaman, Lanterna, Flash, Ciborgue e aqueles outros três menos importantes! Juntando as edições de estréia e a zero, o esquema aqui é olhar pro alto e gritar: SHAZAM! Nessa edição, temos a reapresentação do antigo Capitão Marvel e suas mitologias. E no finalzinho, alí abandonado e um pouco ofuscado, a origem do Capitão Átomo.


Liga da Justiça II #7-11e 0  - SHAZAM!

Bem escrito desde seu primeiro instante, a roteirização de Geoff Johns lembra quando ele estava em sua época de ouro em Lanterna Verde, com uma grande variedade de personagens que não deixam de ter seu momento de atenção. A arte de Gary Frank não deixa de acompanhar perfeitamente, se encaixando perfeitamente com o estilo mais humano do roteiro, que passa um lado mais verdadeiro dos homens e mulheres que vivem cotidianamente na Terra.

Temos dois pontos de vista iniciais, um é o de Billy Batson, um órfão que é adotado por uma família de pais esperançosos e cheia de filhos, também adotivos. Na frente dos adultos, as crianças se comportam de um jeito, quando não estão olhando, já é outra história.

Ainda nisso, temos a apresentação dos personagens da antiga Familia Marvel, já que agora ele só chama Malhado. Aos passos da história, Billy se encontra com o ultimo do Conselho dos Magos, que, depois de tomar uma lição de vida do garoto levado, entrega os poderes dos Campeões do Olimpo ao menino, dando origem ao poderoso Shazam!
Shazam mesmo. Dentre as mais importantes, temos Mary e o tigre

Já na segunda parte, o foco é no inimigo. O terrível Doutor Silvana, escavando tumbas a procura a tumba do Adão Negro, outro nêmese do Campeão do Olimpo. Participações especiais de Pandora e Questão!

Originalmente, Shazam vem como parte da revista da Liga da Justiça mensalmente. Provavelmente, ela vai ser incorporada no mix da Liga, já que nessa edição, foi tirado todo o atraso de publicação. Nota 10,0


Capitão Átomo #0 - Renascimento

Diferente de Shazam, a edição zero do Capitão é totalmente dispensável. Com uma história que parece que já nos foi apresentada, temos um pensamento de superioridade de Nathaniel Adam, que recebe seus poderes de um experimento mal sucedido de uma nave.

O que deixa pior ainda é que, no instante seguinte, temos a recriação do Capitão Átomo nos moldes perfeitos, sem tirar nem por, do Dr. Manhattam. Nota 4,0

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