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Crise Conversa: Qual a sua HQ de cabeceira?

É claro que mais cedo ou mais tarde discutiríamos sobre qual a nossa HQ que mais amamos. A questão é que no Crise Conversa da vez, eu decidi proibir mencionar qualquer revista relacionada a DC Comics, ou seja, nada de Watchmen e cia.
Vamos ver o que cada um respondeu:


Ricardo: Decidi escolher algo mais recente para não soar como um "oldschool ou "velhaco". Por isso O Que Aconteceu Ao Homem Mais Rápido Do Mundo?" de Dave West e Marleen Lowe. Ela é como se fosse o grande ato de heroísmo que um ser humano pode fazer. Cada uma de suas páginas nos levam para um final emocionante, cheio de altruísmo e ao mesmo tempo pura raiva. Muito mais do que recomendado.
acabei optando por um material lançado por aqui pela Gal Editora que contém um dos melhores textos que li nos últimos anos e ao mesmo tempo possui um traço digno de despertar os mais profundos sentimentos do leitor. Me refiro à HQ "

Rick Monte: 300, sem dúvida, obra-prima de Frank Miller, dá vida como ngm seria capaz de dar, a um dos eventos históricos mais heróicos que a humanidade já presenciou, de modo visceral, tanto nos traços quanto na narrativa, Frank explora o aspecto heróico em Leônidas e seus comandados, e eleva estes guerreiros a um status de lenda, tornando-os de fato imortais (ao contrário daqueles 10mil do Xerxes haha).

Sidarta:  Depois de viajar pela memória e lembrar de muitas coisas espetaculares que já li, decidi parar em uma das graphic novels mais lindas e impactantes que já me deparei: Loki. Com a arte completamente maravilhosa e perfeita de Esad Ribic e um roteiro que reimagina toda a mitologia nórdica a fundo. Loki é uma história densa que demonstra os aspectos mais cruéis e mais frágeis da humanidade.

Cuba: Olhei pra minha estante, fiquei olhando as obras primas do Alex Ross, but maaaaan, aquele encadernado todo bonito, que veio até com um poster bacana, uma graphic novel da Marvel (desculpa, mundo), Magneto: Testamento. Sério, fui lendo com o famoso preconceito fanboy, comprei porque era barata mesmo, mas ai vieram Greg Pak nos argumentos e Carmine Di Giandomenico no traço. Com aquela arte esplêndida, roteiro de cair o queixo, apresentando os campos de concentração, a história do pequeno Erik. Ainda por cima, uma matéria sobre artes perdidas desse período horrível, não tem engano, eu leio e as lagrimas caem...

Alex: Provavelmente, Kick Ass. Não só por ser uma dos primeiros
encadernados que comprei em inglês (haha!), eu gosto muito do estilo "cru" que a série tem, e a cada vez que releio percebo algum momento diferente. Seja na simplicidade ou na forma direta que a história é contada, é ao mesmo tempo uma sátira e uma história séria. Vale muito a pena ler, e sem dúvida, sempre me pego lendo de novo e de novo e de novo...

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