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Superman #10 e #11

Dando continuidade às análises de materiais atrasados, as HQs da vez são as edições de número 10 e 11 de Superman pelos Novos 52.



Superman #10 - Nota final: 7,5


Esta revista traz de tudo um pouco: desde bons traços a roteiros inteligentes e empolgantes. Vale mencionar as reviravoltas que presenciamos e momentos com muita ação nesta edição muito bem acabada.


Em Action Comics #10, Maxim Zarod, um caçador de recompensas implacável aponta um novo alvo: Clark Kent, o nosso Superman. O codinome Nimrod já matou todos os seus “trabalhos”, mas agora pode ser que ele tenha mais dificuldade. Esta história é envolvente e muito interessante, ainda mais por mostrar muito o lado humano (meu ponto favorito de Kal-El) do nosso herói e de seus conhecidos. A arte de Rags Morales continua muito boa, mas parece que ele anda se perdendo um pouco no quesito cenário, pois me agradaram pouco o que vi. De qualquer forma, o título continua sendo o meu favorito desta revista.


Já em Supergirl #9 e #10, duas edições se juntam para trazerem o que ainda considero a melhor fase de Kara. Aqui, a heroína se junta com a Banshee Prateada para enfrentarem certas maldições familiares. Como eu já disse, estou adorando esta nova fase, pois a arte de Mahmud Asrar finalmente se encontrou e os roteiros estão gostosos, com uma mescla de ação e momentos adolescentes impagáveis.  


Por último temos Superman #10. Tudo foi feito pelas mãos competentes de Dan Jurgens que consegue agradar muito na conclusão da saga contra a vilã Angústia e do blogueiro (que não é da capricho) que tentou revelar a identidade secreta do Homem De Aço. A história não fenomenal, mas o traço sim. Mesmo tendo momentos de deslizes, toda a narrativa se segura e conclui bem a intenção do autor.


No geral, é uma revista interessante, mas nada de excepcional. Mesmo assim vale a conferida por causa de seus pequenos sucessos.




Superman #11 - Nota Final: 5,5


Três histórias marcam esta revista que possui uma queda no número de páginas, mas também uma redução no preço de 7,50 para 6,50. Mesmo assim, ela se segura por pouco.


Em Action Comics #11, conhecemos o motivo da nova identidade secreta do Super... E nada mais. A verdade é que este tal “motivo” não é tão grandioso assim, o que faz toda a leitura ser quase que uma total decepção. Eu digo “quase” porque o traço ainda é de se aplaudir, mesmo que o texto já tenha tido momentos melhores na empreitada conhecida como Novos 52. De qualquer forma, ainda serve como um exemplar de que boas coisas ainda estão por vir.


Em Superman #11, Kal-El descobre na Rússia uma força alienígena que com certeza trará muitos problemas na vida do herói. Aqui o foco é um só: ação. Nada de inovador acontece no texto, e as tentativas de metáforas não funcionam. O que resta mesmo é se empolgar com a arte, mesmo que a mesma não esteja em grande nível.


Por último temos o meu xodó atual: Supergirl #11.
Mas até aqui a qualidade cai.
Kara finalmente vai ter um primeiro encontro com um rapaz simpático, mas uma ameaça (entendeu a piada? então leia a revista) aparece para estragar o dia. Aqui a sensação de estarmos lendo uma novela com momentos de ação é constante É até interessante como um todo, mas há momentos onde eu me senti desconfortável com o que estava ocorrendo.


No fim das contas, esta HQ serve para você não pular nenhum número de sua coleção, mas eu fiquei com a sensação de que suas histórias decidiram se juntar para estragar uma edição todas juntas.

Espero que as próximas tragam o bom nível de volta.

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