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Batman - #11 & #12

Batman - #11 & #12 Mix Panini  (Nota: 7,5 e 8,0)

Batman #11 e 12:

Primeiramente amigos, me desculpem pelo atraso colossal pra lançar novos reviews, pra compensar e acelerar o máximo possível estarei lançando alguns reviews duplos para chegarmos mais rapidamente nas edições atuais.



Começamos com a Batman #11, na qual a própria capa já diz tudo oque esta edição é:
Que depois do longo e épico arco da Corte das Corujas, temos um número lotado de ação, revelações e novos mistérios.

Com Lincoln March se revelando como o suposto irmão de Bruce, os dois tem uma luta brutal por Gotham City. Mas o fato de March ter um discurso sem fim durante todo o embate tira parte da beleza da cena. Como diabos alguém consegue falar tanto enquanto luta?

Bruce pode até terminar triunfando neste arco, mas a ameaça e os mistérios da Corte da Coruja e de Lincoln March devem continuar ainda por muito tempo.

Um arco que graças aos mestres Scott Snyder e Greg Capullo entrará para a história do Homem-Morcego como uma história incrível e inesquecível.
Briga saudável de irmãos

Agora na edição #12 revisitamos um pequeno mistério que foi passado para trás.

Se lembram quando o Batman escapa do labirinto da Corte na edição #7 e ele é salvo por uma garota desconhecida?
A história estava tão tensa naquela altura que eu nem prestei tanta atenção para aquela fato.
Mal sabia eu que aquela garota teria uma edição dela, e que seria tão bonita.

Com um visual extremamente cartoon de Becky Cloonan substituindo Cappulo, a história mostra a jovem Harper com os seus terríveis problemas e como o Batman mudou a vida dela. 



É uma história mais intimista e simples do que as anteriores do Snyder, mas são contos assim que mostram o lado mais humano do herói e em como atos de coragem e de simples heroísmo conseguem mudar muito a vida das pessoas.



Batman: The Dark Knight #11 e 12:

No final da edição #10 Gordon foi capturado pelo Espantalho e tornou a caçada pessoal para o Batman.

A edição tem seu ponto forte mostrando a fragilidade do herói e do vilão. Sendo que ambos tem grandes traumas causados pelo medo.
Mas nem tudo é bom nessa revista, pois sua sequência final é um verdadeiro desastre. 

Primeiramente o Batman está usando visão noturna em plena luz do dia, depois o próprio parte em disparada na direção da porta da frente do Espantalho (lembre-se que é dia!), e o nosso vilão surge pela porta da frente completamente preparado para aquela investida exata do Morcego.

Agora como é que o Batman enxergou o Gordon com sua visão noturna maluca e não enxergou o Espantalho? Como ele não percebeu que tinha uma armadilha montada na frente da casa? Como você pode fazer uma coisa dessas em plena luz do dia, Batman?

Agora a edição #11 simplesmente vem com força total para tirar todas as dúvidas e medos que essa revista nos trouxe durante o começo de sua vida nas mãos do terrível roteiro do Finch.

A narrativa gira toda nas cenas de tortura do Batman e nos flashbacks do herói e do vilão, Espantalho.
Em uma edição completamente tensa, brutal e bem escrita vemos como os traumas e os medos podem causar feridas extremamente profundas.
Alguém perdeu a paciência com o paciente...


E até eu, que sempre critiquei a arte do Finch, devo dizer que ele fez um trabalho incrível nessa edição com uma arte sombria, suja e visceral.

Simplesmente incrível.


Detective Comics #11 e 12:

Alguém consegue entender a razão do roteiro do Tony Daniel ter se tornado, de repente, tão convenientemente idiota?
A revista trabalha com mistérios que se resolvem dentro da própria edição, e não são mistérios inteligentes (lembre-se do nome desta HQ).

O vilão sem carisma algum, essas explicações científicas idiotas que não fazem sentido algum, uma narrativa enrolada e chata.

Completamente dispensável.

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