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Flash #11

Flash #11 - mix Panini
Nota total: 6,0

A Galeria retorna! Mais um vilão é reintroduzido ao nUDC em Flash; novos Arqueiros aparecem e o descaso com a 'arte' só aumenta em Arqueiro Verde; nas páginas de Exterminador, descobrimos mais sobre a história do czarniano Lobo!



Flash #11 - Queimando Devagar

Foi uma ótima escolha da Panini, ao não editar as páginas duplas e traduzir o nome do capítulo para português, assim como eles falam no rodapé, preserva muito bem a estética proposta pelo artista, e isso, é uma valorização a mais do trabalho.

Com todos acreditando em sua morte, Barry vai morar em Keystone City, a gêmea má de Central City. Enquanto tenta arranjar emprego num bar sendo o bom moço de sempre, ele se vê no meio do Capitão Frio e do Onde Térmica, que tem sua reapresentação no UDC nessa edição. Com citações ao retorno do Flautista e mais uma aparição da Patinadora, parece que a Galeria finalmente vai retornar as páginas de Flash.

O artista convidado, Marcus To, não decepciona no traço, conseguindo uma arte que flui muito bem com a proposta do Velocista Escarlate, enquanto a roteirização de Manapul e Buccellato continua impecável. Nota 9,0

Arqueiro Verde #11 - A Alegria do Crime

Sinceramente? Eu preferia o Liefeld fazendo a arte de Arqueiro, do que esse lixo de traço que é o do Harvey Tolibao, cheio de riscos que só atrapalha na visualização do desenho.

A revista apresenta mais dois arqueiros, uma garotinha rica e revoltada que se veste assim pra chatear o pai e um tiozão, que quer roubar dos ricos e dar aos pobres, bem Robin Hood mesmo.

Na parte da revista onde a vida empresarial de Oliver é retratada, não ha nada a acrescentar, a história é descartável a partir daí. Nota 3,0


Exterminador #11 - Confronto em Starpoint

Partes da origem do Lobo são reveladas, como ele saia por aí saqueando mundos e vendendo escravos, essa diversão dele garantiu uma longa prisão na Terra. Depois de uma fuga explosiva, Exterminador vai atrás da trilha do czarniano e a treta começa a rolar, muito tiro na cara, soco no peito e tapa na jugular.

É então que os poderes do Maioral são reapresentados, força absurda, regeneração acelerada e semi-invulnerabilidade, o cara é f*da mesmo. Nota 6,0


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