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Liga da Justiça #11

Liga da Justiça – #11 Mix Panini (Nota: 5,5)

Liga da Justiça #11:


Aqui temos um típico caso de chamada de capa completamente exagerada:
"Herói enfrentará herói!".
Com isso você esperar uma verdadeira guerra heróica, mas oque realmente acontece são somente alguns socos e um pouco de stress.
Aliás, que capinha mais feia essa hein?


Nessa edição a história se aprofunda mais e as interações de personagens estão quase perfeitas, exceto pela ausência total do Aquaman nas decisões da equipe e a luta completamente sem motivo que ocorre neste capítulo (sim, eu já desisti de questionar a personalidade do Lanterna Verde nesta revista).

Com um vilão que faz a Liga da Justiça enfrentar seus próprios traumas, era de se esperar um pouco mais de emoção e menos pancadaria de um arco assim.
Ele andava merecendo esse soco!



Capitão Átomo #11:

É um pouco estanho ver o Capitão Átomo, que depois de quase ter destruído a existência graças ao seu "complexo de messias", começar a realizar os desejos das pessoas sem calcular os perigos dessa decisão.

Não bastando realizar os desejos das pessoas ao seu redor, Nathaniel realiza inclusive seu próprio desejo de voltar a ser humano, deixando o Capitão Átomo sozinho no "piloto automático".

A ausência de explicação dessa questão que faz essa edição ser muito interessante e novamente trás a tona a incapacidade desse ser tão poderoso conseguir se encaixar na humanidade.


Liga da Justiça Internacional #11:

Quando o Decompositor começa com seus discursos "super profundos" sobre o sistema social atual e porque ele deve ser destruído a situação chega a ser tão ridícula que nem o povo representado na HQ leva isso a sério.
As pessoas ficam conversando sem convicção nenhuma, enquanto outras assistem no bar esse acontecimento com tanto desinteresse que dizem preferir assistir ao jogo em vez dessa palhaçada.
Essa HQ era pra ser uma piada?

Recomendo seriamente que essa revista não seja lida, pois o autor é incapaz de criar algo minimamente interessante e continua a desafiar a inteligência do leitor a cada edição que passa.

Mais um edição e esse inferno acaba!

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