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Arrow S01E18 [Salvation]

Fortes iniciativas, discussões e uniões. O décimo sétimo episódio de Arrow, - Salvation - vem cheio de novidades e promessas futuras que podem, caso bem trabalhadas, serem muito interessantes. Veja o que achamos do episódio que foi ao ar na última segunda feira, 15/4, pela Warner Bros. Brasil. Mas cuidado! A review contém alguns Spoilers!

Uma sensação de alívio chega junto com a felicidade de ver que tudo esta voltando ao normal em Arrow. Os vilões, o caderno, a história. Alegra também ver um grupo formado de maneira definitiva por Diggle e Felicity. Um ajuda o outro, os dois se completam, e ajudam Oliver. Isso é legal! Assim como um tempo atrás foi bacana ver a criação do grupo, o desenvolvimento não está deixando a desejar.

De qualquer forma, o episódio segue, e é um pouco estranho ver Thea com o Roy. Tudo entre eles aconteceu muito, muito rápido! Eles estão juntos? Estão ficando? Não dá para entender direito o que acontece. O episódio marca, de certa forma, o primeiro encontro de Oliver com Roy; e isso é interessante.

Oliver no qual esta agindo de uma maneira bem mais fria e humana. Ele deixou de ser um sonhador que quer ver Starling City "limpa"; ele agora quer ajudar ela de um jeito próprio. Jeito este que não esperava um conflito que aconteceu no episódio, e isso é interessante. Ele precisar da ajuda de Felicity e Diggle para ao menos entender o que está acontecendo é empolgante.

Os flashbacks não são ruins, eles são emocionantes e evoluem bastante a história do passado de Oliver, e caminha tudo para uma conclusão. Até mesmo isso esta se unindo à história principal! Fica cada vez mais claro o passado de Oliver, as suas origens.

Felicity, novamente, brilha bastante no episódio. Talvez Oliver esteja vendo nela algo que ele via em seu passado na Ilha, enquanto era ingênuo. E Felicity trabalha bastante para melhorar isso, para conseguir se tornar mais "vigilante" e menos "cidadã indefesa". Os erros de Felicity, os acontecimentos no Glades, Malcom voltar à se trajar de arqueiro... tudo começa a se unir, pouco a pouco, durante o episódio; de uma maneira intuitiva e muito interessante de se analisar, e este é definitivamente o maior ponto do episódio. Diálogos interessantíssimos também provam como Oliver mudou desde que chegou de volta da ilha. Quando o assassino pergunta para ele o que eles tem de diferente, Oliver não se segura: "eu sempre ofereço uma segunda chance, você só mata em sangue frio". O que, na maior parte das vezes, é verdade. Isso fa
z você conseguir levar mais a sério o personagem, e não encará-lo somente como um homem vestindo um capuz verde.

Falando em Malcom Merilyn, não tem como não pensar em Moira. Tudo relacionado à ela fica um pouco vago demais... Seus atos, seus pensamentos e suas consequências são um pouco vagas; e isso inclui ela no episódio. Ao mesmo tempo que Diggle, Felicity, Thea, Oliver e até mesmo Roy evoluem bastante, parece que Moira está um pouco estagnada. E também aparenta que ela esqueceu completamente de seu marido que está sumido...

E ao mesmo tempo, tem toda a situação que engloba a Laurel. Sua mãe na cidade, seus problemas com o namoro e com o pai. O clima em torno da situação toda é tenso; mas intrigante. A paixão volta como um tiro, e mesmo que não se importa muito, espera que tudo dê certo. Mas o episódio tem um gosto do inesperado, nunca se sabe o que pode acontecer. E não teve como não ficar empolgado com a mãe de Laurel falando que "irá para Central city" para "chegar em casa num 'flash'". Malditos easter eggs!
 

Nota 8.7 . Um episódio  cheio de conteúdo, coma uma Moira um pouco forçada demais, um relacionamento estranho entre adolescentes e um enredo empolgante que faz ter vontade de ver o próximo episódio

  Oliver Queen é protagonizado por Stephen Amell, a série é dirigida por David Nutter. O seriado tem sua exibição no Brasil pelo canal Warner Bros. Toda segunda-feira, às 22 horas.

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