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A Sombra do Batman #08

A Sombra do Batman - #08 Mix Panini (Nota: 7,5)

Batman & Robin #8:

Depois da incrível e intensa edição passada, temos a conclusão deste arco acontecendo da maneira mais dramática (no sentido bom do drama) possível para a dupla dinâmica.



Bruce tem que lidar com a culpa de suas ações recentes e as consequências que ele e Damian estão sofrendo devido a isso.
Do outro lado Damian também enfrenta culpa pelo seu ato, mas mais do que isso, ele demonstra a sua solidão e seu medo para seu pai.
E com esse momento intenso entre os dois, finalmente vemos os dois se entendendo como pai e filho.

Apesar desse arco ser muito diferente se comparado com a Corte das Corujas de Snyder, esse conseguiu ter um resultado quase idêntico:
Mudas a vida do Batman e criar uma história única e completamente espetacular.

Melhor Pai do Mundo?


Batwing #8:

Essa é a outra HQ que finalmente encontra o fim de seu primeiro arco nesta edição, e consegue estabelecer definitivamente uma base forte para o Batwing.

Em Gotham City, Batwing enfrenta Massacre com toda sua fúria, e no calor da ação a verdadeira indentidade do vilão é revelada, abalando completamente o herói.

Além disso a edição prova que o Batwing funciona muito bem na Bat-Família e consegue ter seu próprio espaço.
Batwing e seu mentor, Batman, ainda tem muito mais para nos oferecer nessa incrível revista.



Batgirl #8:

Eu consigo ver que a Gail Simone tentou fazer uma história realmente boa para a Batgirl, com referências da chocante "Espelho Negro" de Scott Snyder e da clássica e irretocável "A Piada Mortal" do mestre Alan Moore.
Mas ela fracassou completamente.

Irei apontar o fracasso dessa revista por partes:
- Temos 3 desenhistas, e é impossível uma comics ter uma arte decente com 3 desenhistas dividindo 20 páginas.
Para provar essa desorganização o interior da capa da Batgirl era roxo na edição anterior e agora ficou amarelo.
Desorganização total.

- Uma mãe abandona a própria família porque o filho dela matou um gato e disse que odeia ela? Que tipo de mãe doente é essa?
Parece que ela tem mais problemas do que o próprio filho.

- A Batgirl deixou o Danny escapar no começo da edição por motivos inexplicáveis só para encontrá-lo novamente com o Grotesco por puro acaso.
- Todos os diálogos são tristes de tão ruins.
- Hmmm, então o Danny resolveu salvar a Barbára porque ela não chorou nem suplicou quando foi alvejada pelo Coringa.
É realmente sério isso?

- A "Espelho Negro" de Snyder vai ser realmente deixada de lado e substituída por essa história ridícula?

A melhor parte da edição é que "A Piada Mortal" conseguiu passar por este terrível roteiro praticamente intacta.
Mas a Gail Simone tem feito um trabalho digno de demissão nessa revista.
Saudades de você, Oráculo.



Mulher-Gato #8:

Agora a Mulher-Gato tem um parceiro super maneiro e sarado com poderes elétricos chamado Fagulha.
Parece promissor?
É claro que não.

Após cenas de da dupla roubando e se divertindo (parece que teremos cenas assim todas as edições, né?) o arco finalmente toma algum rumo quando a Mulher-Gato enfrenta um assassino de prostitutas misterioso.
Mas como sempre o vilão foge, o que é uma clássica saída de roteiro para enrolar mais.



Capuz Vermelho & Os Foragidos #8:

Dando uma pausa nessa jornada mística e bizarra contra os Inomináveis, o grupo dos Foragidos precisa enfrentar o passado grande e gordo do Jason.
Esse passado grande e gordo é uma mafiosa chinesa chamada Suzie Su.

Minha única reclamação é que Jason e Kori estão tendo um enorme destaque nessa revista enquanto o Arsenal ainda não teve uma edição dedicada a ele.

Mas devo dizer que o final dessa edição conseguiu fazer uma ligação ótima e nem um pouco forçada com a Noite das Corujas.


Asa Noturna #8:

Asa Noturna é o único membro da Bat-Família que entra antecipadamente na Noite das Corujas.
Muitos crossovers servem apenas para vender mais revistas devido a suposta relação da HQ com o evento. Mas o fato é que quase todo crossover acaba sendo completamenre irrelevante para o evento em si.
Mas esse não é o caso aqui!

Asa Noturna tem a sua melhor edição desde o começo do reboot, adicionando muito para A Noite das Corujas.
A HQ mantém o foco dela no Garra William Cobb, o mesmo Garra que enfrentou Bruce por todo esse começo da Corte das Corujas. E além dele ter uma história muito interessante ele é um ancestral do Dick, colocando emoção aos montes na edição.
E as lutas! Meu deus, Eddy Barrows fez um real trabalho de mestre nessa edição edição, porque as lutas estão simplesmente sensacionais.

O roteiro consegue ser profundo e dinâmico, com uma arte que alcançou seu melhor nível já visto. É realmente uma edição foda!
Coisa linda de se ver!


Batwoman #8:

A edição anterior da Batwoman servia como uma espécie de introdução para o novo arco e para a nova vida da heroína, onde diversos personagens eram demonstrados com suas histórias.

Nessa edição devo assumir que é meio estranho perceber que este arco vai manter essa narrativa picotada.
Não que esteja ruim, o roteiro continua excelente, mas a história não parece ir para a frente. 

A sensação real é que estamos presos na mesma cena desde a edição passada e não vamos sair disso.

Mas de qualquer maneira, ver a Batwoman enfrentando vários monstros bizarros sempre será algo bom.


Crítica por: Sid

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