Avançar para o conteúdo principal

A Sombra do Batman #07

A Sombra do Batman - #07 Mix Panini (Nota: 8,0)

Batman & Robin #7:

Essa é uma das edições mais incríveis desde o começo dos Novos 52. É o tipo de edição que marca história, que fica na memória das pessoas.
Na minha ficará.


Batman e Morgan tem seu confronto final e definitivo em uma luta sangrenta e lotada de emoção, pois parece que Bruce cruzará a sua linha de justiça por toda a edição. Isso mostra que apesar de ser um pai frio e distante, ele está disposto a qualquer coisa pelo seu filho.


A arte, os diálogos, a ação, tudo está em estado perfeito nesta edição. Conseguindo tornar essa fase do Peter J. Tomasi equiparada a fase do Grant Morrison no comando do título.

O final da edição é tão impressionante, tão único pra vida do Batman, que tem uma importância enorme para o futuro de Bruce e de seu filho.
É nesse momento que você sabe que você está ferrado.


Batwing #7:

Depois de tanto mistério sobre O Reino, conhecemos o passado do grupo e a origem do motivo da vergonha deles.
A mitologia que Winick criou neste título se torna mais sólida e profunda do que nunca nesta edição.
Edição na qual Batwing fica em plano secundário enquanto o foco fica com O Reino e o Esquadrão Morcego.

Ben Oliver se ausenta novamente dos desenhos nessa edição, mas dessa vez seu substituto é o excelente Dustin Nguyen, que mesmo tendo um estilo completamente diferente de Oliver, consegue fazer que a revista mantenha o nível de qualidade dos desenhos.



Batgirl #7:

Que coisa grotesca é essa capa com a Batgirl com mais tanquinho do que o próprio Batman?!

Enfim, as aventuras da integrante mais problemática da Bat-família ganham um pouco de ar fresco graças a participação da Canário Negro.
Parece que finalmente algum personagem da DC resolveu dar uns tapas nessa menina chorona. Valeu Canário!

Esse novo arco começa de uma mais mais interessante que os dois anteriores, mas novamente temos um novo vilão bizarro para enfrentar a Batgirl. É difícil demais usar algum dos incríveis vilões do Batman em vez dessa corja de terceira categoria?


Mulher-Gato #7:

Estamos na sétima edição, no começo de um novo arco, e até agora nada importante aconteceu nessa revista, a não ser que você ache importante ver a Mulher-Gato roubando Ferraris.

Ao mesmo tempo que a história não se desenvolve, os personagens se desenvolvem menos ainda. Não que Winick não esteja tentando, mas nenhum deles consegue cativar ninguém nem um pouquinho.

A artista Adriana Melo substitui Guillem March nessa edição. Com um estilo meio mangá e extremamente "feliz", algo que me desagrada muito, ela não trás nada de novo para a revista.

Essa continua sendo a pior revista do mix, e sem previsão de melhora.



Capuz Vermelho & Os Foragidos #7:

Na edição anterior conhecemos mais sobre a origem da equipe, voltando para o presente já temos um edição lotada de lutas e ação.

Capuz Vermelho se depara com a Essência, sua antiga amiga e a pessoa que o colocou nesta jornada contra os Inomináveis.
Com um embate dos Foragidos contra Essência, é revelado mais sobre o passado dos Inomináveis, dando um novo futuro para o arco.

Ainda falta a sensação de algo realmente importante acontecer na revista, mas talvez seja a proposta dela ser uma revista com um roteiro leve.




Asa Noturna #7:

Após mistérios e revelação serem desenterrados do passado de Dick, este primeiro arco chega em sua grande conclusão.

Asa Noturna tem seu duelo final contra Saiko em um circo à beira da destruição, uma cena na qual o brasileiro Eddy Barrows alcança o seu ápice como desenhista desde que começou na DC.

No final da edição vemos novamente a cena final do "Batman" desse mês pelo ponto de vista de Dick. Com o mistério do Circo sendo diretamente relacionado com a Corte das Corujas, Dick embarca de cabeça na tão esperada "Noite das Corujas".


Batwoman #6:

A primeira coisa que se nota no começo desta edição é que alguma coisa aconteceu com os desenhos. Está tudo tão parecido e diferente ao mesmo tempo, a resposta é: Amy Reeder.

Com J.H. Williams III tirando um folga dos desenhos por um tempo, chamaram a talentosíssima Amy para cobrir a ausência do maior artista de comics da atualidade.
E ela faz um trabalho incrível, me arrisco a dizer que a Kate fica muito mais bonita nas mãos dela.

Agora sobre a história, temos uma pausa para juntar os pontos do que foi mostrado até agora e até fazer algumas revelações sobre quem está por trás do mistério da Chorona.
Batwoman ou Supermulher?


Crítica por: Sid 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

ESPECIAL: Constantine - Ordem de leitura!

Com tanta série vindo por aí, querer conhecer um pouco mais do que está chegando pode parecer uma boa ideia. Saiba o que ler para ter um conhecimento sobre o  mago inglês mais famoso da DC Comics e estar preparado para o que pode vir a ter na série.

Primeira Edição: a Kryptonita Rosa

Hoje vamos falar da maior fraqueza do Superman: a kriptonita. Aquela rocha saída do núcleo de Krypton, depois que tudo explodiu. A pedra uma certa radiação que faz um mal danado ao escoteiro azul. Com algumas variações, azul, vermelha, branca e dourada, a kryptonita tem uma irmã que nem todo mundo conhece.

Invasão - Por onde começar a ler X-Men

O grupo mutante X-Men é um dos maiores títulos da Marvel e sempre compete pela liderança de maior número de edições vendidas da editora e isso é um reflexo da qualidade de seus personagens e histórias.