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Universo DC #07

Universo DC #07 - mix Panini
Nota total: 6,5

Brasil, homens-animais, índias que falam com animais, explosões, porrada na cara, revelações bombásticas sobre as amazonas, mudanças criativas e histórias do passado assolam essa sétima edição do mix universal da Panini.











Mulher Maravilha #07 - il gangster dell'amore

Depois de jogar o mar e o inferno contra Hera e ter Zola sequestrada por Hades, o grupo encontra Eros na maravilhosa Itália e vai ao Monte Etna ao encontro do Ferreiro.


Mais uma vez, a abordagem de Chiang sobre os olimpianos está genial. Eros, o deus do amor, é um cara todo arrumadinho com uma bandoleira com duas pistolas douradas no peito, representando seu "arco e flechas". Enquanto isso, Hefesto é um troglodita meio monstruoso, com mãos de magma petrificado e aparelhos nas pernas mancas.

Aqui temos uma nova abordagem ao mito de concepção das amazonas. Sabemos que na Ilha Paraíso só é permitido a entrada de mulheres e, desde seu nascimento, elas já são treinadas nas artes da guerra. Alguns podem tomar isso como uma "coisa dos deuses", mas não é. Hefesto nos esclarece que de tempos em tempos, as amazonas saem como piratas pelos sete mares, em busca de homens para gerar suas filhas. Porém, nem sempre meninas nascem e, quando algum garoto surge, ele é oferecido a Hefesto em troca de armas. Assim, o deus os cria como seus filhos, ajudantes e aprendizes dentro do Monte Etna.

Depois de armada, Diana se prepara para enfrentar uma ida ao Inferno na próxima edição. Nota 9,5



Senhor Incrível #07 - A Fera Interior

Depois do Machete (olha o cara do porto, é igualzinho) presenciar uma aparição do Triangulo das Bermudas, temos um policial tendo um papo cabeça com o Incrível numa fila de fastfood. No decorrer da publicação temos mais e mais daquela conversa técnica chata que só o Dr. Sheldon Cooper entenderia...

Uma das mulheres da empresa de Michael, pelo que o desenho deixou a entender, anda em super velocidade pela empresa e rouba alguma coisa. Enquanto isso, no porto, ele desarma uma bomba nuclear e revela um grupo invisível de terroristas russos. E em outro lugar, um dos diretores da empresa é transformado num homem-hardware.

Agora nos resta esperar a próxima e última edição. Espero de verdade que algumas respostas apareçam, porque uma coisa que essa série fez foi deixar várias perguntas no ar, outra foi ter um péssimo roteiro. O traço também deixa muito a desejar, Gugliotta só sabe desenhar rostos femininos e o background, quanto a proporções, não conte com ele. Nota 4,0



Falcões Negros #07 - Obsolência, parte 2: Funcional

Ao contrário das outras que serão canceladas na próxima edição, Falcões Negros deixa a sensação de que um final está sendo desenvolvido.

Abrindo com os resultados da explosão terrorista ao Ninho, a equipe está em pedaços, tanto física quanto emocionalmente. Com o ego atingido, Andrew Lincoln, o comandante dos Falcões, toma as rédeas da situação e começa uma missão de vingança para derrubar o mandante de tais atos.

Ao invadir a empresa do responsável pelos ataques, eles enfrentam alguns problemas e poucos caem em combate. Cara a cara com o alvo, Kunoichi acaba sofrente um ataque dos mesmos nanócitos, as mesmas coisas que lhe deram seus poderes. Quase fora de combate, a consciência da Mãe-Máquina a ajuda a sobreviver, enquanto Canadá enfia seu jato na sala em que estão se "enfrentando".

Essa capítulo se trata de uma última missão dos Falcões, para lavar a roupa suja e vingar seu querido companheiro, mesmo que isso custe a vida da organização inteira. Mike Costa conseguiu escapar um pouco do sentimento que deixava a cada edição, em que o leitor não esperava muita coisa; agora, ele nos deixa ansiosos para o próximo capítulo, pra saber a conclusão dessa série que podia ter dado em algo. Será que a Mãe-Máquina voltou para ajudar a equipe ou pra atrapalhar mais ainda? Nota 6,5



Omac #07 - Animais Misteriosos da Noite

crossover de uma edição com o Frankenstein não deu certo. Por que eles acharam que uma aparição do Superman em duas páginas iria ajudar? O pior é que o roteirista deve ter ficado triste que ia perder sua publicação e fez uma histórinha muuuuuito merreca.

Já que Omac está tomando um pau do Superman, Irmão-Olho o teleporta pra um zoológico no meio dos Estados Unidos. Lá, Kevin acorda e tenta roubar uma daquelas máquinas de doces quando é surpreendido por um homem-animal. Não Buddy Baker e sim uns ursos, tigres e zebras hominídeos. Nisso, Kevin/Omac ajuda as criaturas a deterem o cientista malvado e fugirem do zoo.

Continuo achando que essa arte não agrada a ninguém e até consigo imaginar que um novo traço deixaria a revista "melhor". Nota 5,0


Nuclear #07 - Teleguiado

Ainda desentendidos, Jason toma um esporro e volta pra casa, enquanto Ronnie voa por aí e é capturado por um dos grupos terroristas que corrompem os Protocolos Nucleares. Sua sorte é que Pozhar está observando tudo e o resgata. No meio disso tudo, Ronnie perde a mão e ganha uma queimadura no rosto.Vemos também que Jason já está descobrindo onde se meteu e o quanto a Zithertech tenta controlá-lo.

Não tem muito o que falar sobre, Joe Harris & Van Sciver ainda vacilam, não fazendo mais do que o necessário para manter o roteiro, apenas ligando o fim de uma edição ao começo da próxima. Mas pelo menos, a arte de Sciver é um ótimo convite para os olhos. Nota 5,5


O Selvagem Gavião Negro #07 - A Volta dos Mortos Vivos

A capa continua nas mãos de Philip Tan, mas a arte do miolo é de Cliff Richards. Apesar do traço de Tan encaixar mais com o arco atual de Gavião Negro, Richards tem um traço mais agradável e, na minha opinião, mais bonito. Sunny Cho continua com suas belas cores, mescladas à nova arte.

Nessa edição temos a conclusão do arco Globo Mortis e um encontro com o heroi adolescente de Nova Iorque, Superchoque. Enquanto Choque inutiliza os mortos vivos ao cortar seus impulsos elétricos, Carter Hall vai ao encontro do Fidalgo que, devido ao contato com o Globo, já está materializado na dimensão dos vivos e assim, Carter desce o sarrafo nele e tá tudo certo.

Ao voltar pra casa, ele descobre que o Gavião já está na mídia e pelo que é falado na TV: "quem é o misterioso Homem-Gavião?", fica entendido que, mesmo já usando a roupa antes da primeira edição (ele fala isso por lá), ninguém conhecia o alado. Será que tudo foi desconsiderado?

Saindo à procura de um pouco de paz e silêncio, ele faz o que um pássaro de verdade faria: vai ao topo do Empire State. Mas como nos quadrinhos, ninguém consegue paz e tampouco silêncio, Askana, aquela alien que era uma assistente nas primeiras edições, o surpreende. Nota 6,5



Aquaman #07 - Os Outros


No meio da amazônia brasileira, Manta Negra persegue e mata uma das antigas companheiras de Arthur, Kahina, a Vidente. Enquanto isso, no Atlântico, Aquaman e Mera dão uma ajudinha aos barcos em meio a tempestade e vão para a casa do Dr. Shin, aquele que o "ajudou" na infância, para procurar algumas respostas sobre o artefato encontrado no fundo do mar.

No meio da conversa, uma mulher acompanhada de uma pantera negra se teleporta para o meio da casa e começa a atacar Shin, acusando-o do assassinato de Kahina. Imediatamente, Mera a arremessa pra fora da casa (pela parede mesmo) e lá, Aquaman as separa e descobre que o Arraia Negra roubou uma das relíquias.

Ya'Wara faz parte do antigo grupo de Arthur, juntamente com Kahina e três integrantes que aparecem na última página.

Um "novo" supergrupo é meio que apresentado e podemos ver o quanto o ciúme de Mera é destrutivo. Ivan Reis traz um pouco do nosso Brasil para as páginas de Geoff Johns e isso é sempre bom (pelo menos pra mim haha). Será que Ya'Wara é um antigo caso de Arthur e, o que Os Outros fizeram? Nota 8,0

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