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Liga da Justiça #05

Liga da Justiça – #05 Mix Panini   (Nota: 6,5)

Liga da Justiça #5:


Depois de tantas edições de porradaria gratuita, nesse número essa ação excessiva começa a fazer sentido, pro bem ou pro mal.

Darkseid mal surge e arrebenta sem dificuldades Superman e o Lanterna Verde, criando um foco no Batman como o organizador tático da equipe.
Mas os velhos problemas do roteiro logo surgem quando Geoff Johns insiste em retratar o Batman de uma maneira extremamente comunicativa enquanto Hal Jordan parece um palhaço.


Mas agora parece que o rumo do arco foi definido, e isso acaba tornando a revista muito mais sólida e com maior qualidade.
Mas eu ainda acho que se explorassem melhor a personalidade de cada membro da Liga como maneira de introdução, ao invés de deixar todo mundo se socando, seria um reinício da Liga da Justiça digno de ficar na memória.
Lamentavelmente, não foi dessa vez.



Capitão Átomo #5:

Seja um monstro, um deus ou um herói, o Capitão Átomo já se estabeleceu como o ser mais poderoso da nova DC.

Depois de explorar o poder absoluto, a ética e o dever, nessa edição vamos mais fundo no inevitável isolamento do Capitão quando ele se vê em uma situação onde ele não pode mais ficar perto das pessoas que gosta.

Sem concluir este dilema, a revista salta para o primeiro grande confronto do Capitão Átomo contra uma criatura bizarra com uma natureza de poderes similar aos dele.



Liga da Justiça Internacional #5:

Eu andei pensando sobre essa HQ, e tirei uma conclusão: Liga da Justiça Internacional é um título infantil.
Infantil porque não tem profundidade, não tem uma boa ação, não tem humor ácido (e tem monstrinhos de pedra), simplesmente não tem nada sério.

Percebi isso quando a única coisa que eu tinha para dizer sobre a edição era: a Liga da Justiça Internacional enfrenta Peraxxus e o vence por pouco, e o vilão escapa dizendo que voltará.

Isso simplesmente não é uma HQ séria, e pior, nem chega a ser engraçada como a série original era, de maneira genial.
Até coisas como "Batman: The Dark Knight" pode ser considerada uma HQ, mesmo que sendo uma extremamente horrível e digna das mais terríveis ofensas.

Liga da Justiça Internacional pertence ao selo infantil da DC, e por isso, irei trata-lá como uma revista de crianças até que o roteirista decida levar seu trabalho a sério.

Crítica por: Sid

Comentários

  1. Não gostei do Batman revelando a identidade secreta dele. Maior momento 'WTF' da LJA até agora. Foi bom ver finalmente a liga agindo como grupo, mas essa edição não teve muita emoção e só serviu para preparação do que está por vir.
    Já é redundância falar da beleza das capas do Capitão Átomo. E isso dele se identificar com o monstro e ficar filosofando sobre é meio clichê, mas era essencial algo assim para ele descobrir mais dele mesmo.
    E por falar em clichê... eu me divirto lendo LJI, acho que talvez justamente pelo fato de eu nunca ter levado a revista a sério. O roteiro dela é muito fraco, e se você desligar sua cabeça para ler, acaba por ser legal.

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