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Dark #6

Dark #06 - mix Panini
Nota total: 8,5

A introdução para uma nova saga que irá fazer um crossover entre duas HQ's que estão dentro desse mix, e um capítulo em que cada quadro é uma obra de arte, sem dúvidas inspiram nessa mistura. E por mais que algumas dentro dele tenham decepcionado este mês, ainda é a união do melhor dos melhores dentro do atual universo DC.




Homem Animal #06

Querendo ou não, é um capítulo um pouco decepcionante. Com um quinto capítulo "digno", chegar e ler algo que nada mais é do que um spin off é meio triste. Consideraria esse capítulo, no mínimo, um filler; e isso é triste depois do quão bom foi o capítulo anterior. Aqui encontramos um dos filmes que Buddy atuava, e é legal ver a ironia na qual esse filme, em especial, tem com a atual vida dele e, bem, isso é praticamente todo conteúdo da edição. Não muda nada, mas não é ruim.

Roteiro por Jeff Lemire, arte das páginas 3-19: John Paul Leon, 20-22: Travel Foreman. Nota 6,0

Liga da Justiça Dark #06

“O que?! Como assim?! Wow!”
É o que provavelmente vai passar na sua cabeça dentro dessa sexta edição de Liga da Justiça DARK. O decorrer da edição faz você entender porque Xanadu quer unir todo mundo num grupo só – e não só isso, te faz querer que isso aconteça também. Com uma arte incrível na qual Mikel Janin entrega, o roteiro está tão bom quanto, com sequências empolgantes e acontecimentos de ficar sem ar. E quando você acha que está tudo bem, é o momento da descoberta: o melhor estava pro final. A edição anuncia a primeira grande saga – que terá um crossover! – de Liga da Justiça Dark, chamada de "A Ascenção dos Vampiros". Acho que nem preciso dizer com o que será o crossover, né? Além disso tudo, é a edição que leva a capa do mix da Panini, algo muito merecido.

Roteiro por Peter Milligam e arte por Mikel Janin. Nota 9,5


Homem Ressureição #06

É isso mesmo. E quando você acha que pode ficar legal e que o poder novo pode ser insano, ele morre. Dai morre de novo. Ou então você pode até pensar que a estadia do nosso “protagonista nem tão principal” em Arkham pode ser sensacional e que pode envolver ele com um único poder, MAS ele sai de lá no mesmo ato. A cada capítulo fica mais aparente o principal problema da série toda – as expectativas. É o capítulo ideal para se ficar chateado com o quanto a ideia de Homem Ressureição está sendo mal trabalhada. No fundo, ele realmente parece só mais uma edição "enche linguiça" das 52 mensais da DC. O capítulo ignora o prelúdio bacana apresentado no #5 e ainda não deixa com vontade de ler a #7. Será que, algum dia, vai ganhar alguma plot que realmente valha a pena? Ou será que o próximo capítulo vai ser novamente ele morrendo e sendo perseguido? Complicado.

Roteiro por Dan Abnett e Andy Lanning, arte por Fernando Dagnino. Nota 7,0


Eu, Vampiro #06

É, você pensou que não, mas cá estou eu falando novamente: que desenhos lindos estes, cara, dá vontade de ler de novo e de novo e de novo só por isso. Mas por trás de tanta coisa bonita, tem ainda uma história sensacional com acontecimentos completamente inesperados! Aqui prova o que Andrew é, foi e será! Junto com uma horda de vampiros-zumbis loucos por gente morta e uma mulher constantemente nua e sádica. Cara, dá pra sentir o cheiro do veneno da Bloody Mary nessa edição, ao mesmo tempo que dá pra entender como que Andrew está se esforçando para fazer tudo isso parar. E outra! O detetive dos detetives aqui é só um ingênuo que se encontra perdido dentro de sua patrulha em Gotham, enquadrado por vampiros loucos. E talvez tão ingênuo que não percebe a morte! Algo estava prendendo um mal. Mas não um simples mal... O mal. E então você pensa “nossa, quanto caos! Quanta morte! Quanto horror! Como será que vão conseguir arrumar tudo isso?” e TA-DA-DA! A Ascenção dos Vampiros. O mestre de TODOS eles ressurgiu. Um sacrifício foi feito.

E, nossa, que capa sensacional! Acho que nunca falei disso antes, mas algo que também se sobressaiu (positivamente) nessa edição foram as cores simplesmente deslumbrantes que Marcelo Maiolo criou dentro disso tudo. Não sei vocês, mas "Eu, Vampiro" #7 e "Liga da Justiça DARK" #7 já são ótimos motivos para se comprar a próxima edição do mix da Panini. Se você está um pouco apreensivo com o que os "vampiros" se tornaram recentemente e acha que “Eu, Vampiro” segue essa linha, você não sabe o que está perdendo.

Roteiro por Joshua Hale Fialkov e arte pelo gênio do Andrea Sorrentino. Nota 10,0

Monstro do Pântano #06

Amiiiiiiiiiigo, as coisas estão ficando bem "podres", né?! Fazia um bom tempo que Abby e Alec não participavam de uma série de eventos tão infortúnios e bem explicados e, sem dúvidas, “Monstro do Pântano” está voltando a ser aquela série cheia de pessimismo e esperanças que conquistam. Algo muito legal oferecido nessa edição também foi o fato de tudo estar parecido com o Monstro do Pântano antigo, com quadros posicionados de maneira muito peculiar e um desenho grotesto e sombrio. A série "Monstro do Pântano" que Scott Snyder está trazendo para o novo universo da DC está, sem dúvidas, agradando a tudo e a todos. Em suma, Abby virou o filho do capetão da padridão e Alec tem que tentar impedir isso tudo, mas como? A série nos faz pulsar e nos sentir encurralados, e com certeza um dos maiores problemas dela é que temos que esperar por mais um mês pra saber como as coisas vão andar. Incrível.

Roteiro por Scott Snyder e arte por Marco Rudy. Nota 9,0

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