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Dark #05


Dark #05 – Mix Panini – Nota total: 8.5

Muitas dos capítulos apresentados nesse mix estão realmente fazendo o esperado, finalizando o início e dando procedência à o que está por vir, e isso é sem dúvidas maravilhoso; ao mesmo tempo que muitos falham por ter prometido muito e ter entregue pouco.




Liga das Justiça Dark #05

 Anteriormente, um amontoado de coisas corridas nos fora apresentado de maneira afobada; mas deu para ver que foi para um bom motivo: o quinto capítulo de Liga da Justiça DARK é uma série de perseguições e lutas para tentar tirar o mundo de uma loucura que você já sabe que é horrível MESMO. Os quatro capítulos anteriores era algo como ‘cuidado’ e esse é algo como ‘eu avisei’, a história inicial vai se dissolvendo de uma maneira inesperada com um final digno de “nossa”. Peter Milligan acertou com um roteiro fluído e Mikel Janin com uma arte excepcional. Talvez a edição não tenha um dez realmente merecido pois é uma finalização um tanto quanto rápida para algo que seria tão “grande”; mas a edição diverte e impressiona. “Algo me força... A virar a carta...”. Nota 9,0


Monstro do Pântano #05

Depois de quatro capítulos de ficar sem ar, que aproximavam algo que seria uma briga incrível e enorme ou pelo menos um capítulo épico e cheio de conclusões acabou trazendo uma finalização do tipo decepcionante, pode-se dizer assim. Decepcionante porque nos quatro primeiros capítulos; a história estava preparando um terreno de uma forma tão boa que esse capítulo 5 iria firmar Monstro do Pântano muito provavelmente como a melhor volta dele em anos, mas não foi bem assim, a maquiagem secou e acabou que deu para ver como Monstro do Pântano está de verdade. Não está ruim, é uma ótima leitura, Scott Snyder cria uma narrativa boa ao mesmo tempo que Yanick cria quadros incríveis, mas querendo ou não, colocaram muita areia MESMO no caminhão do quinto capítulo. Tudo começa de uma maneira não muito esperada, no Mato Grosso. Sim, no Brasil. Mas é coisa rapidinha que não muda muita coisa na história; em seguida continua com a saga de Alec a Abby, e acaba que quando o irmão de Abby aparece a coisa toda ta junta. . . Não acontece nada demais. É uma briga, um tapa na cara aqui, uma explosão ali e nada que realmente mude na história ou que faça razão de terem criado tanto folclore no garoto. Claro, ainda é uma HQ ótima, tem um futuro promissor demais, mas a ‘Hype’ criada em cima da série foi sua própria forca. Foi um capítulo de conclusões para o leitor, e acho que é mais que justo todos nós aguardarmos que algo assim não aconteça novamente. Vamos andando mais devagar, vendo as coisas acontecerem! Talvez essa seja a resposta para o atual Monstro do Pântano. Claro que, depois do capítulo todo, tem algo no final que te faz ficar chocado e pensar que algo vai dar errado, mas sinceramente, não deu para entender o que. Talvez essa coisa da podridão poderia ser mais explicada antes dela ‘se espalhar’; talvez Alec e Abby podiam passar mais um tempo juntos, afinal, eles sempre foram personagens tão unidos. . . De qualquer forma, tenho certeza que tudo irá melhorar e ser tão bom quanto (ou até melhor) que o início. Nota 7.5


 Ressureição #05

 Eu juro que fiquei impressionado ao ler esse capítulo. Esperava mais um de perseguição sem rumo e personagens não tão legais aparecendo pra fazer um caminhão explodir e uma saia levantar PORÉM não foi assim que aconteceu. A história muda para um rumo diferente, outros pontos de vista não aguardados apareceram e impressionaram. Dan Abnett e Andy Lanning nos contam coisas nas quais Fernando Blanco consegue incorporar de uma maneira boa e satisfatória! O rumo repetitivo dos capítulos anteriores se transformaram em algo inesperado, e realmente gostei disso. Claro, não é perfeito. Nesse mix, o que mais chegou perto disso pode ter sido Liga da Justiça DARK e Homem Animal, mas deu um rumo à algo que parecia que nunca ia tomar um. Acredito que a história vai tomar um rumo curioso a partir daqui e se a arte continuar como foi nesse capítulo, tudo bem então. Nota 8,0


Eu, Vampiro #05

 Algo que todo mundo relaciona à vampiros: morcegos. Algo que qualquer fã de quadrinho relaciona à morcegos: Batman. Pronto, temos uma ideia muito da boa que pode evoluir de maneira interessante nesse capítulo. Andrew Tem seu time, e está à procura de quem quer matar à todos, e nada mais eficiente que o melhor detetive do mundo para ajudá-lo nessa missão. O segredo agora é entender quem realmente está sendo procurado, e quem vai ser intimado. Joshua criou nesse capítulo um trama mais corrido que no anterior, mas sem muito conteúdo além da aparição de Batman. Ao mesmo tempo, Andrea acertou de novo com seus desenhos lindos com ângulos diferentes e criativos. Assim que o Batman aparece, com um ponto de vista “de baixo para cima”, tenho certeza que fazia tempo que o Homem-Morcego não aparecia de maneira tão imponente faz um bom tempo. O capítulo termina com um gostinho de quero mais e um “o próximo vai ser sensacional”. Nota 8,75


Homem Animal #05

 Um capítulo marcado pela tensão e a finalização do primeiro arco da série renovada. Homem Animal 5 é caracterizado principalmente pelas tensões e mudanças nas quais o universo de Buddy estão tendo por causa de Maxine, e Travel Foreman consegue definir ‘tensão’ e ‘bizarrice’ tão bem que é algo que deveria vir impresso na capa do quadrinho – que no caso, desta edição, fora lindíssima (por mais que a panini tenha ‘se confundido’ e esquecido de mostrar nessa edição, algo comum dentro de tantos mixes, né?) De qualquer forma, o roteiro no qual Jeff nos proporciona é o que uma edição deveria ser sempre, com reviravolta na briga e conclusões durante e ao final dela. Sem dizer nas salvações de última hora, poderes convencionas e “ufa, deu certo”. E mesmo assim, as coisas dão errado de uma maneira que você PRECISA abrir a próxima edição assim que termina tudo. As coisas cresceram, tudo está indo super bem para Animal Man. Sem sombra de dúvidas, Homem Animal 5 fora o que se saiu melhor dentro do quinto mix DARK da panini, e afinal de tudo “AGORA SÓ O MONSTRO DO PÂNTANO PODE NOS SALVAR!” (Arrepios, arrepios e mais arrepios). Nota 9,5

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