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Dark #03


Dark #03 - Mix Panini           Nota total: 8,5

Liga da Justiça Dark #03

Após as confusões e apresentações dos últimos capítulos, é neste que você conhece a fundo mais alguns dos personagens que futuramente virão a formar uma Liga da Justiça alternativa. Os personagens mostram que tem laços uns com outros, não são completos desconhecidos. As coisas também engrossam para June Moone; agora não é somente a Feiticeira que está a procura da garota, mas todos que sabem que ela pode ser um problema.

O capítulo tem tudo ideal, a quantidade de história e a forma com a qual ela é contada; não é um filme de ação mas não deixa de estar cheio de efeitos. Shade encontra um velho conhecido e o Desafiador encontra empecilhos em seu caminho para tentar proteger a garota perseguida. Os desenhos da edição são lindos, e é muito chato o fato da Panini imprimir essa revista em folha de jornal simples; acaba que a qualidade das cores fica um pouco inferior, mas nada que atrapalhe a experiência ou o entendimento da revista. O forte do capítulo se deu na narrativa de múltiplos personagens ao decorrer da história, deixando tudo de uma maneira mais real. Nota 9,0



Homem Animal #03

Baker está no mundo que sua filha o levou, o mundo em que ele foi moldado. As dúvidas criadas na última edição são de cara respondidas; Maxine tem sua vida explicada e Buddy Baker tem a sua destruída. As coisas não são mais tão fáceis quanto pareciam anteriormente.  O capítulo não desaponta em nada, mas poderiam ter explicado as coisas mais para frente e focar o capítulo mais no vermelho; dá a sensação de tudo ser meio artificial. Maxine não parece impressionada com tudo isso que está acontecendo sendo que até outro dia ela era só uma menininha com sonhos esquissos.
Provavelmente nesse terceiro capítulo o estilo da revista também se defina; algo bizarro por dentro e mundano por fora, e isso é bem legal. Quando a narrativa não está dentro do vermelho, é um desenho limpo e simples. Essa diferenciação entre um e outro é algo rico que transmite um sentimento bem mais definido, Travel Foreman impressiona cada vez mais. Nota 8,5


Ressureição #03

Parece o mesmo capítulo das duas primeiras edições. A caçada à Mitch Shelly continua, não se sabe porque, mas continua. Algo como ele ser valioso. . . Bem, mas o clímax da revista já é no início, ele talvez nunca mais volte, mas volta. E é um capítulo que cria dúvidas bobas e as retiras na mesma edição, no final, não acrescenta em nada. Daí o novo poder dele é apresentado, e quando você pensa que pode ser legal, ele morre de novo e ganha novos poderes.
Sinceramente, essa HQ parece ser a mesma desde a primeira edição, e é triste ver isso acontecer com uma ideia tão boa. Ainda tem muitas chances dela melhorar, mesmo, a introdução de um novo personagem no fim da edição é uma luz, de muitas que ainda estão por vir. Tenho certeza que Ressureição ainda irá impressionar, afinal, é uma ideia muito boa! Talvez Dan Abnett precise de uns capítulos a mais para conseguir explicar a que veio. Nota 6,5


Eu, Vampiro #03

As coisas vão ganhando um rumo interessante ao mesmo tempo que o mundo começa a refletir as loucuras das quais Mary comete. Interessante. O capítulo é um prelúdio para o que está por vir: com avisos, tensões, consequências e tudo mais. Alguns flashbacks também mostram um pouco do passado de Andrew com Mary, sem dúvida tem algo interessante neste meio, e pouco a pouco as coisas vão se definindo.
O capítulo tem um pouco mais de conteúdo que o anterior, mas aparentemente Joshua H. Fialkov optou por uma história mais devagar porém profunda, e está acertando nisso. O estilo de ‘Eu, Vampiro’ é definido nesse momento também da melhor maneira possível – indo à Gothan. A série não deixa nenhum ponto sem nó e tem uma arte belíssima. Alguns personagens novos entram na história também. As coisas vem ficando cada vez mais completas e compreensíveis, pouco a pouco você começa a entender Andrew. Nota 8,7


Monstro do Pântano #03

Não quero dar 10 para cada capítulo que sai dessa revista, mas acho que não tem como não amar. Pelo menos não até agora. Antes era tudo focado em Alec, agora rostos do passado aparecem (Eu particularmente, quase fiquei sem ar quando apareceu a Abby de cabelo curto falando ‘opa, e ae?’) e eles são introduzidos MUITO BEM um para o outro! Se o Monstro do Pântano é a vida, já ficou bem claro que a morte é aquele garoto do início, e cara, que início. Todas as introduções deveriam ser feitas assim, diretas e emocionantes. É tudo bem direto e simples, e ao mesmo tempo curioso e misterioso.
Abby e Alec estão juntos novamente, mas tem algo que está tentando separar eles a qualquer preço. Ela diz que vai ajudar, ele não tem certeza. O que Abby virou? Ainda; eles estão sendo cassados e por enquanto nem descobriram, da mesma maneira que não descobriram ainda o que são. Tudo está caminhando para um final que virá em uma ou duas edições e, será bem complicado conseguir estar à nível desses capítulos iniciais. É incrível ver como Scott está conseguindo reviver o monstro do pântano, não é mais um personagem dos anos 80; é algo muito maior e melhor, muito mais completo e humano. Não tem como não amar essa nova série e provavelmente é o melhor terceiro volume dentro de todas as 52 revistas que saíram juntas à ele. A arte também está linda, tendo contrastes interessantes e momentos tensos que estão construindo um universo sem dúvida completo. Nota 10,0

Por Vertigo

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