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Esquadrão Suicida & Aves de Rapina - #03

Esquadrão Suicida & Aves de Rapina - #03 Panini             (Nota: 7,5) 

Esquadrão Suicida #3:

Preciso dizer isso, pois a chamada da capa dessa revista: “A Ameaça do Cachorro Louco!” é digna de risadas toda vez que olho a capa dessa edição.

É até estranho pensar, mas essa terceira edição tem mais cara de primeira edição do que as anteriores.
Aqui finalmente Adam Glass para de se importar tanto com a ação e com o impacto visual e começa a trabalhar mais os aspectos individuais dos membros do Esquadrão Suicida e a maneira como eles interagem entre si.


De um lado vemos como El Diablo e o Aranha Negra tem personalidades completamente distintas, o primeiro sendo um vilão em busca de redenção e o segundo sendo um anti-herói completamente mal humorado. Do outro lado vemos o Pistoleiro e a Arlequina “dando uns pegas” nervosos e criando o mais novo casal dos Novos 52 (da pra chamar isso de casal?).
E claro, enquanto isso o Tubarão-Rei fica no mato comendo umas galinhas e assustando alguns azarados.

O Coringa nem vai ficar feliz com isso
Até que enfim a equipe se depara com o (nem tão) terrível Cachorro Louco, que acaba quase matando o pobre Aranha Negra (ele tava se achando demais, mereceu). Mas nosso vilão da edição não consegue nem durar até o fim da revista, e acaba sendo morto pelo surtado do Tubarão-Rei.

Com o final da primeira missão do Esquadrão Suicida, a equipe acaba recebendo outra missão e tem a adição de dois novos membros:
O ridículo Ioiô (até ele sabe que seu nome é patético) e o nosso velho conhecido, o Capitão Bumerangue, que surge como novo líder do Esquadrão.

Essa edição conseguiu dar uma bela volta por cima e começa a tornar essa equipe tão promissora mais carismática, além do fato da grande expectativa para ver como o Pistoleiro vai lidar com a Arlequina e com seu novo “chefe” nas próximas edições.


Aves de Rapina #3:

Por essa acredito que definitivamente ninguém esperava, mas nessa edição uma das maiores vilãs da DC, a Hera Venenosa, consegue salvar as Aves de Rapina tanto na história como no nível de qualidade. A introdução dela é perfeita: mostrando ela lutando contra as heroínas, depois ela usando seu famoso charme hipnótico para arrancar informações e por fim, salvando a vida da equipe. Além disso Hera está com um visual completamente novo e foda, conseguindo deixar a personagem com um ar muito mais sério e interessante.

Mas continuando a história, a equipe unida agora vai atrás de mais um alvo dos vilões ainda desconhecidos (sim, já ta dando no saco não saber quem são esses caras com roupas ridículas), e a edição termina com a Canário Negro se metendo em um grande enrascada e botando todo o grupo de heroínas em risco.
Finalmente um final de edição realmente tenso e empolgante, devo dizer.

Duane Swierczynski finalmente começa a trabalhar um pouco mais as personagens nesse número, e espero que logo ele termine esse arco com esses vilões inexpressivos e comece e mostrar realmente quem são as Aves de Rapina.
Enquanto Jesús Saiz está de parabéns tanto pelo novo design da Hera Venenosa, quanto pela dinâmica de ação que ele realiza nessa edição.

Plantas > Espadas
Realmente, a Hera conseguiu salvar a equipe da mesmice completa que as revistas anteriores tinham. E finalmente posso dizer que espero ansiosamente a próxima edição de “Hera e suas Amigas”.


Conclusão:

Esse mês realmente me surpreendeu, começando com a melhora de nível inesperada do mix da Liga da Justiça, e agora o mix que até então era o mais sem graça dos Novos 52 ganhando um enorme reviravolta empolgante.

E da pra dizer que os dois melhores elementos dessa edição são justamente duas vilãs do Batman: a Arlequina e a Hera (que antes do reboot estrelavam juntamente com a Mulher-Gato a revista Gotham City Sirens.

Crítica por: Sid

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