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Universo DC #02

Universo DC #02 - Mix Panini                Nota 6,7


Ainda salvando um dos maiores mixes da Panini, Aquaman enfrenta terríveis criaturas submarinas e descobrimos o passado de nossa querida guerreira Amazona. Com chances de se tornar uma boa história, Falcões Negros mostra um pouco mais de suas ameças. Mantendo-se num limbo, onde nada fede nem cheira, os Nucleares se resolvem e Gavião Negro Sr. Incrível conhecem seus novos vilões. Porém, ainda numa fossa de vergonha, Omac continua engraçadamente péssimo.




Aquaman #01

Quer encontrar o Aquaman? É só ir procurando de farol em farol que uma hora você o encontra com a bela Aquawoman! Digo, Mera. Com a pacata Beachrock tendo seus abitantes atacados por monstros do mar, o casal parte em assistência a força policial local.

Mostrando fotos de sua infância para a esposa, Arthur mostra que cresceu como um garoto normal, esquiando por montes nevados, uma tentativa do pai de mantê-lo longe dos mares. Logo de cara com piadinhas na cara do Peixoso, sobre sua armadura laranja de escamas e Mera virar sereia quando toca a água, o capitulo começa bem descontraído.

Chegando a cidade, os monstros logo os atacam, se revelando criaturas abissais que nem mesmo Arthur consegue entender. Ao que o líder da horda para um ataque do tridente com as mãos, ele fica intrigado com sua 'comida', o Aquaman.


Com a melhor equipe criativa da DC, elogios são completamente desnecessários, Ivan Reis, Joe Prado e Rod Reis estão mais do que de parabéns. Sem falar no roteiro de Geoff Johns, usando das velhas tiradas de sarro que o personagem sofria pra deixa-lo ainda mais bad-ass. Nota 9,0

O Selvagem Gavião Negro #02

A promessa de morte foi quebrada logo nas primeiras páginas, Carter Hall vive para ver mais um dia. No embate contra Morfícius, acaba tendo parte das propriedades do metal enésimo absorvidas pelo vilão, o que causa a perda parcial de capacidade de voo do heroi.

Equipado com uma armadura simbiótica, até agora todo a origem pré-reboot do foi citada, mas o fato de Morficíus e um tal de Despertador serem aliens, pode até chegar a puxar um pouco sobre Thanagar  em alguma publicação futura, ou não, claro. Logo no final, nos é mostrado que Dr. Kane é o mestre por trás da vilania na revista e que o alien absorvedor de energia era uma espécie de desencadeador do Virus da Extinção.

O roteiro de Tony S. Daniel, ainda meio seco, mas mostra que está indo para algum lugar. P. Than continua com seus traços agradáveis e S. Gho com suas ótimas cores, o que acho o ponto alto da revista. Nota 6,0



O.M.A.C. #02

Kevin Cho foi infectado por um vírus capas de transformar seu corpo em uma arma invencível, que responde somente ao Irmão Olho e agora é o Operativo Mecânico de Ataque Concentrado, o poderoso O.M.A.C.!!! E é assim que somos realmente apresentados ao alter-ego do protagonista de uma das piores publicações até agora.

Achando que está passando por alucinações, ao ver e ouvir o Irmão Olho por todos os aparelhos eletrônicos por onde passa, Kevin se enfia em uma lanchonete para tentar esfriar a cabeça, mas mal sabia ele que ali dentro, um terrível (não tão quanto a hq) mal o esperava. Omactivar!!! Sério que é assim que o cara se transforma? Pra alegria da galera, sim e no meio da porradaria entre homem de pedra e a polícia, o Operativo entra em ação para combater um ex-operativo do Cheque Mate, agência internacional financiada por todos os governos e que responde apenas a si mesma. 

Parecendo um papagaio enquanto luta, sem parar de repetir uma única palavra que o Irmão Olho diz e com aquele moicano elétrico ridículo, a luta se desenrola e Rocha cresce a cada golpe, o que facilita sua derrubada por Omac. Ao fim da luta, ele acaba sendo absorvido pelo Olho e simplesmente desaparece.

E para a minha surpresa, como se não bastasse o ódio que sinto por uma HQ tão terrível, Maxwell Lord aparece logo na ultima página! Isso mesmo, o matador de um de meus personagens prefridos da as caras nas Novas 52. Fico ansioso para ver o que diabos Max vai tramar agora, já que o onipotente Irmão Olho o procurou. Só acho que ele poderia ser mais bem utilizado em outros títulos. Nota 5,0

A Fúria de Nuclear #02

Logo após a invasão dos assassinos a escola, Ronnie e Jason acabam acionando a Matriz Nuclear e virando os Homens Nucleares. No meio de uma luta sem sentido algum,eles acabam se fundindo e são transformados no Fúria, uma versão 'hulk' do antigo heroi. Em uma espécie de limbo, os dois ficam conversando, enquanto explodem tudo do 'lado de fora' e após uma dicussão sobre o Professor Stein, os dois acabam sendo separados um do outro.

Com toda uma teoria conspiratória, Jason explica que nenhum deles está seguro, nem mesmo suas famílias e amigos. Ao que se segue, um combate com alguns mercenários começa e transformando armas em rosas, e com uma mudança total de personalidade, os Homens Nucleares estão de volta. E com maaaaaaaais uma ameça de morte, o gibi acaba.

O capitulo passou rápido demais e a única coisa conclusiva foi uma explicação de como as invenções extremamente perigosas do Dr. Stein foram parar nas mãos de vários adolescentes pelo mundo. Logo após um grande conflito entre os principais, eles simplesmente dormem e quando acordam estão resolvidos e são amigos que se importam um com o outro. Nota 5,5

Senhor Incrível #02

Ahá! Não era o Senhor Incrível que estava querendo matar o senador e sim algo completamente desconhecido. Grande roteiro. Ainda mais quando ele pega uma esfera com a letra T e a chama de Esfera I, a tradução bem que podia dar uma adaptada mais bem elaborada né? Com uma loira gatíssima do lado, Michael Holt resolve todo o problema criado por ele mesmo na edição anterior e de brinde, cria uma nova tecnologia.

Tormenta Mental é apresentado e descobrimos o culpado por tudo, o mais lindo é o simbolo wireless que ele tem desenhado na testa, bem Dr. Manhattan... No meio da cidade, mesmo com uma proteção do Incrível, o vilão consegue controlar todas as pessoas do local com sua geringônça e a edição acaba com os cidadãos indo atrás do nosso heroi.

Mais uma vez, quase nada conclusivo, apenas a primeira aparição do vilão que vai agir no arco inicial de Sr.I. O conflito interno de Michael é um pouco mostrado, com as duas presenças femininas do quadrinho aparecendo para ajuda-lo em tempos de necessidade. Nota 5,5

Falcões Negros #02

Novamente, com uma linda arte de capa de Ken Lash, que foi substituido por Trevor McCarthy na arte-final, o que parece ter deixado os traços um pouco mais bonitos.

Logo depois do término da missão anterior, o presídio ao qual os prisioneiros foram parar, foi alvo de um ataque misterioso e lá estão os Falcões Negros de volta ao cenário. Com uma nave aparecendo repentinamente no meio do céu, um vilão aterrisa e começa a meter porrada em todo mundo, Canadá perde um braço e vários dos minions caem mortos. Lady Falcão Negro consegue atrasá-lo e, só quando Kunouchi tem um acesso aos 'poderes' que conseguiu anteriormente é que ambas conseguem detê-lo.

Com o prisioneiro sendo interrogado por Lincoln, a verdadeira natureza dos poderes de Kunoichi é revelado, nanócitos infestam seu corpo e ela é colocada em quarentena. Enquanto isso, os capturados, Canada e Selvagem dão uma voltinha pelo esconderijo do inimigo, que fica de baixo da terra, será o Povo Toupeira

Estou realmente esperando que Falcões Negros não caia na perdição, pois esse título me parece muito promissor, mas por enquanto, só temos mais e mais do comum. Nota 6,5

Mulher Maravilha #02

Cliff Chiang nos traz novamente as raízes, mostrando uma ciumenta e raivosa Hera, querendo ser o centro das atenções com sua vestimenta de penas de pavão. Com seus planos de destruir o ultimo bastardo de Zeus, ela envia Éris pra terminar seu trabalho sujo. 

Com sua primeira aparição, a Rainha Hipólita é mostrada com muito mais autoridade do que ela passava em algumas publicações pré-reboot. Enquanto as amazonas se divertem e empanturram em uma festa de boas vindas, Hermes e Zola conversam reservadamente e finalmente a origem de nossa heroína é revelada.

Pelas mãos da estéril Rainha, um bebê foi moldado do barro sagrado da Ilha Paraíso e com exaustivas preces, Diana nasceu. A amazona perfeita fora gerada sem nenhuma 'semente' masculina. Em meio a festa, Themyscera é invadida por Éris, que coloca as amazonas umas contra as outras e por fim acaba revelando que seu objetivo era sim, matar o bastardo de Zeus, mas não o filho de Zola e sim, sua irmã, Diana.

A arte de Chiang continua ótima e o roteiro de Azzarello aparentemente impecável e promissor. O que mais deixa a transparecer, é que essa publicação tem um belo futuro pela frente. Nota 9,0








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