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Frankenstein: Agente da S.O.M.B.R.A. - #02


Frankenstein: Agente da S.O.M.B.R.A. - #02 Panini          (Nota: 8,5)  
            

Frankenstein: Agente da S.O.M.B.R.A. #3 e #4:

Podem existir títulos muito mais bizarros e assustadores nos Novos 52, mas sem dúvida alguma, nenhum deles é tão divertido e sem noção quanto esse. Temos uma HQ com personagens extremamente cativantes e divertidos, com um roteiro completamente trash e hilário. Posso dizer que esse é o título da nova DC que eu menos tinha expectativa e que mais me surpreendeu.

A terceira edição continua a mil por hora, com Frankenstein e sua equipe lutando com uma legião de infinitos monstros, dilacerando tudo que existe pela frente.
Enquanto um dos membros da equipe, a múmia Khalis, demonstra que existe muito mais poder e mistério nele do que nós pensávamos, destruindo todas as criaturas do continente com apenas um golpe.



Mas a matança não acaba por aí! Pois existem três continentes de monstros no planeta e Frank e sua equipe precisam matar todos eles! (sim! É pra ser engraçado!)
Pra completar essa estrutura de “game” da história, ainda existe um “chefe” colossal de cada raça de monstro que eles precisam matar.

Portanto ainda temos uma luta bizarra da equipe contra um desses monstros gigantes, onde Frankenstein mostra porque ele é totalmente “badass”, e pode sim matar qualquer coisa.

LOUCURA!
Na quarta edição, e conclusão desse primeiro arco de histórias, a equipe se divide para enfrentar os dois últimos monstros gigantes do planeta. E nos é revelado que o planeta é uma entidade viva que foi invadida e está sendo consumida por esses monstros, deixando para a equipe de heróis mais estranha que existe o papel de salvar esse planeta bizarro.

De um lado Frank e Nina tem certa facilidade em lidar com os monstros marinhos, pois eles acham que Nina é a mãe deles, mas Frank mata todos eles sem dó nenhuma. Por outro lado, a equipe liderada pela Lady Frankenstein encontra muito mais dificuldade com o continente de ogros, tornando assim necessária a ajuda do Pai Tempo e sua Caixa de Brinquedos (que é uma estação bélica em miniatura lotada de robôs soldados e armas de guerra inimagináveis).
Resultando em cenas de luta completamente nonsense e engraçadíssimas , pelo fato do Pai Tempo brincar com as máquinas de guerra como se fossem um jogo (literalmente!).
MAIS LOUCURA!

Jeff Lemire faz um trabalho excelente, conseguindo unir horror e humor com perfeição, criando assim uma das equipes mais interessantes e legais dos Novos 52.
E o desenhista Alberto Ponticelli não é nada além de ideal para essa revista, com seu traço sujo e dinâmico, a revista fica completamente linda em suas mãos.

Conclusão:

Frankenstein: Agente da S.O.M.B.R.A. se tornou uma das revistas mais queridas por mim dessas Novas 52, conseguindo trazer essa proposta completamente diferente da DC tradicional. É uma HQ extremamente prazerosa e divertida de se ler.

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